A vida são PERDAS e GANHOS... vamos fazer dela um lugar de entendimento dos caminhos percorridos por nós... para que qdo nossos corpos não existirem mais, desfrutemos de nossas feitos...
Oi Paola! Seu comentário sobre a morte me chama a atenção pela coincidência. Hoje são completados sete dias do falecimento de Fernando. Este primo deu entrada no hospital da Ordem Terceira em Belém. Às seis da manhã, tinha partido para a outra vida. A tristeza nos abateu. Mas existe a certeza de que ele foi para um bom lugar. Ele sempre procurou tratar as pessoas com dignidade. Lhe felicito pelas escolhas da canção que acompanha o poema. Juro que não conhecia a banda Nouvelle Vague. Pedirei para Helbinha baixar os cds da banda para mim. Saudações para suas filhas. Beijos e saúde!!!
Oi minha amiga! Outra vez parabéns por mais esta "perfeita" postagem, você certamente vai longe! Estive ausente por um looooongo tempo deste "mundo virtual", mas agora voltei. Quando puder passe por lá e confira se não perdi o jeito! (rsss) Bjo carinhoso pra você!
Ps:Ah...; parabéns pelo DIA DAS MÃES! Sei que estou atrasada, mas ainda vale né?! (rsss)
Anônimo disse…
Morte e vida se consumem e confundem-se no limiar do amor e da dor.
A viagem musical insiste na arte que me faz pensar, Rumos inquietos que a vida me trás. Transbordo meu tempo nas produções das quais, Me trazem prazer. Amo ter que ir e vir, Amo ter que permear cultura, Aliar esta ao meu trabalho. Desamo a desordem Política deste País, Mas amo meu íntimo que pede luta. Minha viagem é enigmática, nem todos entendem, Não precisam.... Nem todos sentem, Não compreendem, Não preciso... Pois desta vida o que levarei? Apenas lutas, algumas conquistas, Quem sabe o muro, Para um abismo saltar? Quando na ideia de uma pobre criança, que Fugira de tamanha insatisfação. Quem sabe? Não sei, Não sabemos. Não precisa ao menos pensar. Precisa apenas compartilhar da canção, Que não para de tocar, até que Mercenários caem em si e tramam política de Base justa a todos! PAOLA VANNUCCI 18/09/2015
Sobre a nau que o guiara para Alcatraz, Viu nas águas livres crianças brincar. Escutou solta voz que clama a liberdade que jamais teve. Vejo-o na sua prisão. Da qual seu crime será um eterno castigo. Da qual descobre o cantar de um pássaro, Frágil e desprotegido. A resposta Divina de como interpretar sua vã caminhada. Para onde seguir? 'Se me tranco nesta prisão onde Ignóbeis pensam que fazem algo de concreto'. 'Aquele primeiro pássaro, fez-me dar o primeiro passo'. 'Já o segundo, fez-me refletir o quão nada sou, sem esta prisão'. Visão dos meus sentidos. Prisão e aparente vã liberdade, Naquela volta do pássaro. Na volta ao ninho, A volta para a morte. Sábio prisioneiro que avistara o pobre pássaro. Sábio prisioneiro que respondia verdadeiramente para seu Carcereiro. Por mais volta que a vida o proporcionara sempre voltou a sua prisão. Esta da qual seu mundo trancado somara tais soluções, Que determinava ao escrever e sentir o cantar da...
Estou correndo de um lado para o outro no meio do deserto, O sol é quente e quase não há vida, Nem cactos encontro para saciar minha sede, A areia está queimando minha vida, Que transborda perguntas sem respostas. De um lado ao outro, Estou sem respostas a tantas perguntas que quero ouvir. O que me prende no deserto? Creio que seja a vontade de lutar pelo Oasis que é logo ali. Ah! Jamais desisto, Porque sei que a noite esfria e fortalece meu corpo, Durmo sentida. Sonho constantes pesadelos, Tempestades no ar. Mas não decifro, não sei o que há... Ah! Se meus ouvidos usassem da sabedoria e Minha língua calasse diante do sol. Ah! Se meu coração fraco, parasse de doer. O futuro está em nossas mãos, Deus tem o caminho traçado. Mas peço agora que me conforte, Estou correndo ainda no deserto, Logo ouço uma música, Cai a noite, Vejo corpos dançando, Não é miragem, Descobri vida no final do deserto. Ah! Estou lembrando... O sopro manso da...
Comentários
Seu comentário sobre a morte me chama a atenção pela coincidência. Hoje são completados sete dias do falecimento de Fernando. Este primo deu entrada no hospital da Ordem Terceira em Belém. Às seis da manhã, tinha partido para a outra vida.
A tristeza nos abateu. Mas existe a certeza de que ele foi para um bom lugar. Ele sempre procurou tratar as pessoas com dignidade.
Lhe felicito pelas escolhas da canção que acompanha o poema. Juro que não conhecia a banda Nouvelle Vague. Pedirei para Helbinha baixar os cds da banda para mim.
Saudações para suas filhas.
Beijos e saúde!!!
Ser imortal aqui...? Não sei... talvez o sejamos lá longe...
Um beijo
Daniel
Outra vez parabéns por mais esta "perfeita" postagem, você certamente vai longe!
Estive ausente por um looooongo tempo deste "mundo virtual", mas agora voltei. Quando puder passe por lá e confira se não perdi o jeito! (rsss)
Bjo carinhoso pra você!
Ps:Ah...; parabéns pelo DIA DAS MÃES! Sei que estou atrasada, mas ainda vale né?! (rsss)