A vida são PERDAS e GANHOS... vamos fazer dela um lugar de entendimento dos caminhos percorridos por nós... para que qdo nossos corpos não existirem mais, desfrutemos de nossas feitos...
Oi Paola! Seu comentário sobre a morte me chama a atenção pela coincidência. Hoje são completados sete dias do falecimento de Fernando. Este primo deu entrada no hospital da Ordem Terceira em Belém. Às seis da manhã, tinha partido para a outra vida. A tristeza nos abateu. Mas existe a certeza de que ele foi para um bom lugar. Ele sempre procurou tratar as pessoas com dignidade. Lhe felicito pelas escolhas da canção que acompanha o poema. Juro que não conhecia a banda Nouvelle Vague. Pedirei para Helbinha baixar os cds da banda para mim. Saudações para suas filhas. Beijos e saúde!!!
Oi minha amiga! Outra vez parabéns por mais esta "perfeita" postagem, você certamente vai longe! Estive ausente por um looooongo tempo deste "mundo virtual", mas agora voltei. Quando puder passe por lá e confira se não perdi o jeito! (rsss) Bjo carinhoso pra você!
Ps:Ah...; parabéns pelo DIA DAS MÃES! Sei que estou atrasada, mas ainda vale né?! (rsss)
Anônimo disse…
Morte e vida se consumem e confundem-se no limiar do amor e da dor.
Estou correndo de um lado para o outro no meio do deserto, O sol é quente e quase não há vida, Nem cactos encontro para saciar minha sede, A areia está queimando minha vida, Que transborda perguntas sem respostas. De um lado ao outro, Estou sem respostas a tantas perguntas que quero ouvir. O que me prende no deserto? Creio que seja a vontade de lutar pelo Oasis que é logo ali. Ah! Jamais desisto, Porque sei que a noite esfria e fortalece meu corpo, Durmo sentida. Sonho constantes pesadelos, Tempestades no ar. Mas não decifro, não sei o que há... Ah! Se meus ouvidos usassem da sabedoria e Minha língua calasse diante do sol. Ah! Se meu coração fraco, parasse de doer. O futuro está em nossas mãos, Deus tem o caminho traçado. Mas peço agora que me conforte, Estou correndo ainda no deserto, Logo ouço uma música, Cai a noite, Vejo corpos dançando, Não é miragem, Descobri vida no final do deserto. Ah! Estou lembrando... O sopro manso da...
Há quem se dedique dentro de um circo sujo e promiscuo, Há quem se sinta palhaço dentro dele. Palhaços servem pra dar sabor à vida. Palhaços servem para alegrar a triste trajetória. Palhaços vivenciam sua própria desgraça. Há quem diga que somos partes de um circo. Somos palhaços da vida, quando, Somos assaltados, e indefesos entregamos nossas riquezas. Há quem diga que temos nossos direitos, mas, São sempre cobrados nossos deveres? Há quem quer ser o palhaço do circo, não enxergando a vida. Creio que há passagens internas das quais todos devem decidir Qual o caminho seguir. A livre escolha faz do homem um sábio, Faz do anão, sorridente, Do palhaço, adjacente, Da bailarina uma eficiente. Do domador, demente. Somos palco ou bases? Somos aplausos ou derrota? Prefiro ser eu. Há quem luta por direitos e deveres sem esmorecer. Prefiro que os meus usem de sabedoria para ultrapassar barreiras. Há quem chora na escuridão e se enclausura na parede, Formando um triste quadro. Paola Vannucci 13/0...
A viagem musical insiste na arte que me faz pensar, Rumos inquietos que a vida me trás. Transbordo meu tempo nas produções das quais, Me trazem prazer. Amo ter que ir e vir, Amo ter que permear cultura, Aliar esta ao meu trabalho. Desamo a desordem Política deste País, Mas amo meu íntimo que pede luta. Minha viagem é enigmática, nem todos entendem, Não precisam.... Nem todos sentem, Não compreendem, Não preciso... Pois desta vida o que levarei? Apenas lutas, algumas conquistas, Quem sabe o muro, Para um abismo saltar? Quando na ideia de uma pobre criança, que Fugira de tamanha insatisfação. Quem sabe? Não sei, Não sabemos. Não precisa ao menos pensar. Precisa apenas compartilhar da canção, Que não para de tocar, até que Mercenários caem em si e tramam política de Base justa a todos! PAOLA VANNUCCI 18/09/2015
Comentários
Seu comentário sobre a morte me chama a atenção pela coincidência. Hoje são completados sete dias do falecimento de Fernando. Este primo deu entrada no hospital da Ordem Terceira em Belém. Às seis da manhã, tinha partido para a outra vida.
A tristeza nos abateu. Mas existe a certeza de que ele foi para um bom lugar. Ele sempre procurou tratar as pessoas com dignidade.
Lhe felicito pelas escolhas da canção que acompanha o poema. Juro que não conhecia a banda Nouvelle Vague. Pedirei para Helbinha baixar os cds da banda para mim.
Saudações para suas filhas.
Beijos e saúde!!!
Ser imortal aqui...? Não sei... talvez o sejamos lá longe...
Um beijo
Daniel
Outra vez parabéns por mais esta "perfeita" postagem, você certamente vai longe!
Estive ausente por um looooongo tempo deste "mundo virtual", mas agora voltei. Quando puder passe por lá e confira se não perdi o jeito! (rsss)
Bjo carinhoso pra você!
Ps:Ah...; parabéns pelo DIA DAS MÃES! Sei que estou atrasada, mas ainda vale né?! (rsss)