Paola! Li seu texto e entendo seu sentimento. Lamento que a insensatez de todos nós tenha contribuído para que este fenômeno natural tenha trazido tanto mal para o Haiti. Beijos!
Obs; Sofri com a morte de tia Zilda. Ela é eterna heroína no meu coração!!!!
A viagem musical insiste na arte que me faz pensar, Rumos inquietos que a vida me trás. Transbordo meu tempo nas produções das quais, Me trazem prazer. Amo ter que ir e vir, Amo ter que permear cultura, Aliar esta ao meu trabalho. Desamo a desordem Política deste País, Mas amo meu íntimo que pede luta. Minha viagem é enigmática, nem todos entendem, Não precisam.... Nem todos sentem, Não compreendem, Não preciso... Pois desta vida o que levarei? Apenas lutas, algumas conquistas, Quem sabe o muro, Para um abismo saltar? Quando na ideia de uma pobre criança, que Fugira de tamanha insatisfação. Quem sabe? Não sei, Não sabemos. Não precisa ao menos pensar. Precisa apenas compartilhar da canção, Que não para de tocar, até que Mercenários caem em si e tramam política de Base justa a todos! PAOLA VANNUCCI 18/09/2015
Sobre a nau que o guiara para Alcatraz, Viu nas águas livres crianças brincar. Escutou solta voz que clama a liberdade que jamais teve. Vejo-o na sua prisão. Da qual seu crime será um eterno castigo. Da qual descobre o cantar de um pássaro, Frágil e desprotegido. A resposta Divina de como interpretar sua vã caminhada. Para onde seguir? 'Se me tranco nesta prisão onde Ignóbeis pensam que fazem algo de concreto'. 'Aquele primeiro pássaro, fez-me dar o primeiro passo'. 'Já o segundo, fez-me refletir o quão nada sou, sem esta prisão'. Visão dos meus sentidos. Prisão e aparente vã liberdade, Naquela volta do pássaro. Na volta ao ninho, A volta para a morte. Sábio prisioneiro que avistara o pobre pássaro. Sábio prisioneiro que respondia verdadeiramente para seu Carcereiro. Por mais volta que a vida o proporcionara sempre voltou a sua prisão. Esta da qual seu mundo trancado somara tais soluções, Que determinava ao escrever e sentir o cantar da...
Estou correndo de um lado para o outro no meio do deserto, O sol é quente e quase não há vida, Nem cactos encontro para saciar minha sede, A areia está queimando minha vida, Que transborda perguntas sem respostas. De um lado ao outro, Estou sem respostas a tantas perguntas que quero ouvir. O que me prende no deserto? Creio que seja a vontade de lutar pelo Oasis que é logo ali. Ah! Jamais desisto, Porque sei que a noite esfria e fortalece meu corpo, Durmo sentida. Sonho constantes pesadelos, Tempestades no ar. Mas não decifro, não sei o que há... Ah! Se meus ouvidos usassem da sabedoria e Minha língua calasse diante do sol. Ah! Se meu coração fraco, parasse de doer. O futuro está em nossas mãos, Deus tem o caminho traçado. Mas peço agora que me conforte, Estou correndo ainda no deserto, Logo ouço uma música, Cai a noite, Vejo corpos dançando, Não é miragem, Descobri vida no final do deserto. Ah! Estou lembrando... O sopro manso da...
Comentários
Li seu texto e entendo seu sentimento. Lamento que a insensatez de todos nós tenha contribuído para que este fenômeno natural tenha trazido tanto mal para o Haiti.
Beijos!
Obs; Sofri com a morte de tia Zilda. Ela é eterna heroína no meu coração!!!!