Poesia – legal. Roda – viva / Prazer – legal. Estudar por obrigação – ilegal, Estudar por paixão – legal. Legal é se divertir, Ilegal é passar frio no terminal de ônibus. Isso é mal. Terrível é comer arroz sem sal, Pimenta é normal, Passar fome é ilegal. Comer coxinha é legal, Esperar o ônibus no terminal é abuso, é ilegal. Legal é passar férias em uma ilha paradisíaca, Ilegal é enfrentar um vendaval nesta mesma ilha, É temporal. Ilegal é doer o braço Escrevendo uma poesia legal. Legal é sorrir, Ilegal é mentir... Para acabar legalmente Uma poesia diferente, Basta usar a mente. Ficou legal?
Ser criança é participar da vida com imaginação e sabedoria Ser criança é ter brilho nos olhos E esperança de um futuro melhor.
Cada qual segue o que se aprende, Uns viciam-se em videogame. Outros em matança a céu aberto, Uns devoram livros Outros trucidam ratos nos lixões para comerem.
Ser criança é ter bondade nos corações, mas Não devemos acreditar por si só, Devemos construir hombridade.
Cada qual com sua vaidade, Uns sendo exemplos de educação. Outros sendo migalhas de urubus famintos. Poucos sabem o que querem, Muitos tem certeza do que não querem.
Ser criança é dar sentido à vida, sendo que, Cada pai presente deveria reaprender com seus filhos Valores perdidos que não se alcançam mais.
A missa das seis perdeu valor e fundamento. Devemos recobrar festejos, Culturas mortas Do grande povo, De história a contar. Viver nas recordações, É viver no marasmo da destruição. Viver se drogando, É matar o brilho da alma. O sol surge, Fica alpino, Brilha para poucos. E a lua penetra em muitos, Sofrimentos de conquistas roubadas. A missa é por fim, é A fé quase morta que Existe dentro de nossos corações!
Paola Vannucci 03/10/2009 Obs: Poema em resposta ao amigo Samir Raoni
Depressão nada mais é Do que estar à beira do abismo. Deixa cair quem quiser, Sobressai quem quiser. Deixa de lutar, a meu ver, Quem não acredita no vôo da águia. Águia voa com coragem, Busca do abismo suas mais terríveis forças, Busca vida intensa. Águia minha que move meu coração, Será que cheguei ao fundo do poço?
Depressão nada mais é que a doença do século, A meu ver, É a desculpa que assola a sociedade. Pobre sente depressão, Quando acaba o pão, Nem o arroz com feijão tem na panela. Pobre então, Sofre de depressão.
Depressão a meu ver, É quando tudo acaba em vão. Saio do estado terminal, Entro na condução que me guia à Perturbação. Conflitos psicológicos Da vida/sedução. Objetivos alcançados, Mas, por força da minha vontade Canto esta canção.
Depressão quem não teve? Peço para; Apenas observar o vôo livre da águia, e Pensará cada qual em seu Coração.
Irrequieto sentimento, a cada ano que passa. Mais feliz estou. Mesmo com sua ausência que me assola, Garanto meu caminhar realizado. E sei que onde você estiver Está observando, kkkk Pai sou atrevida, né!! Foi a vida que me deixou assim! Seus ensinamentos jamais esquecerei! Por mais este ano te dedico, Obrigada por ser sua Filha!!!
Diante do Hino Nacional da escola, Demos risada. O professor revolucionário e eu, Ríamos como tolos, Ríamos do ridículo da preservação do nada. Pobres criancinhas que não conhecem o Hino da Independência. Para que serve o Hino da Independência? Pobres civis que irão lutar sem vitória. Mundo ridículo sem um ideal de vida.
Ríamos, pois ali nenhuns daqueles rostinhos tinham escutado tal hino. Sociedade estagnada, Servidores cansados da pátria. Somos independentes? Desde quando? Somos civis para que mundo agradar? Somos devedores do nada a pagar. Perfeitos bonecos dos governantes Que ao invés de governar, impõem condições E nos obrigam a engolir.
Pobres criancinhas, Como numa fabriqueta, Seguem na fila da opressão. Este ou aquele terá futuro, Pobre nação que desaloja neurônios vazios. Sinto que: A luta, cidadania, condição de vida Hoje, ainda é em vão.
Mas com mais um ‘Sete de Setembro’ A máscara ainda será bem vinda. Vamos quem puder: SALVAR O BRASIL!
Quero do quilo de sal comer com você. Sal não é amargura, É apenas um tempero que transforma nossas vidas. Quantos quilos dele comeremos? Alguém já parou para pensar? Dias, décadas, talvez séculos, Quando a alma é prometida, Por séculos nos encontraremos e amaremos.
Ah! Deste sal quero provar. Do açúcar, adoçar. Do chocolate, amar. Do mel, grudar e Embolar como a roda que rola e se entrega ao prazer. Do mel, por fim amar. Mas, Do sal, conquistar.
Quero aqui que alguém me diga: Quanto tempo dura esse quilo? Os mais sábios dizem: O sal tira-se experiência e conhecimento, O açúcar traz pureza, O mel absorve o néctar.
Refina-se o sal, Quero ser a mais rica flor que exala perfume e amor, Quero embolar na mistura do desejo, Fazer colar como uma abelha que sorve de seu mel.
A leveza da natureza Reflete o que quero sentir. Um homem a encontrar, Seduzir-me por seus méritos, Inteligência tangente, Sussurros ardentes, Corpos que se atraem, Desejos construídos. Temos nossas honras. Anjos discutem nosso encontro. Eles dançam o reggae do encantamento. Meu riso já o pertence, Meu corpo cansado se anima. Anjos dançam e lançam magia A Bahia se acalma, e Todos os santos festejam ao luar, Ecoa a sutileza numa dança febril da noite que brilha. Ouça meu amor, sinta o que sinto. Descubra esta canção: Liberdade, Envolvimento e Sincronia Observe: E renda-se aos meus pés. As rédeas são minhas. Você só deve aceitar, Dançar como eu. Render-se! A música acabou, mas, Não para o que estamos sentindo.
Enquanto políticos a mim denominados ‘animais’ discutem por nada em nossos plenários, a população morre como se fossem animais Brasil a fora. A questão é muito simples, estamos vivendo dias de horrores presos em nossas casas, tanto é que nem podemos mandar nossos filhos nas escolas e universidade, estamos amedrontados por uma pandemia da qual segundo a OMS, irá matar ao menos 2 bilhões de pessoas por todo mundo. Vivemos uma quarentena para ver se o tal vírus não se vingue ainda mais da grande massa populacional, ou seja, a Terra está cheia e farta de gente, a Natureza saturada precisa matar alguns 2 bilhões de pessoas para poder manter a Rotação necessária e continuar rodando o mundo dentro de seu eixo, isso se não chover Cometas reluzentes ou vulcões dorminhocos, não acordar e queimar a Terra com suas lavas. E, os governantes, políticos e conselheiros da grande ética? Param sessões homéricas de nossos plenários para se digladiam com palavras de baixos calões, ofendendo a moral do outro, discutindo de quem era o jatinho de quem. A população desesperada por sobreviver em meio caos, e os podres rezando e rasgando nossa dignidade. Existe tem um Presidente presente ali, este atordoado em ter que sair ou renunciar olha e não opina nada. A população agora morre pela gripe, assaltos, assassinatos, demais gravidades da saúde também claro, porque acabara de cancelar cirurgias pré-agendadas, tudo, por causa da nova gripe. Temos também conterrâneo deles, 'os briguentos' morrendo nos lixões de Alagoas, são crianças que procuram o pão encalacrado nnos estômagos dos ratos. Diversas mortes mais acontecendo...
Falar e bradar o quê? Reclamar do quê? Viver do quê? Se o circo armado começa ali no Plenário onde deveriam ser discutidos soluções para o melhor da nação? As grandes Prefeituras, o ministro Temporão estão trabalhando. Mas até quando iremos viver com mais uma incerteza? Deixo aqui meu recado mais uma vez indignada. Pessoal vamos colaborar e viver isoladamente presos em suas casas, saiam somente o necessário, evitem aglomerações do tipo: baladas, shoppings, namoricos em cinemas, rodas de fumos etc.
Ou
Assistam nossos governantes discutirem nos Plenários da vida!