quinta-feira, dezembro 13, 2007

FOME e SEDE. SEDE e FOME!

Noutro dia recebi uma mensagem que diz mais ou menos assim:

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Meu (minha) querido (a)
Quando você senta numa mesa de um bar, ninguém se cansa...
Quando você vai a uma Igreja você nem agüenta ir até o final do culto...
Você vê revistas pornográficas e aprecia
Mas quando lhe dão folhetos que falam da palavra de Deus você joga fora
Lemos as mais terríveis literaturas, mas.
Quando temos a Bíblia muitas vezes nem abrimos para ler...

E continua.
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Oras!!!
Nesta semana recebi um e-mail de um grande amigo, que lá diz a realidade pura em que o Mundo está passando. FOME e SEDE. SEDE e FOME! Alguém aqui sabe o que é ajudar o próximo? Alguém aqui sabe o que é passar fome de verdade? (tomar uma copo de água para amenizar a fome). Creio que muitos sabem, mas o mundo tem situações humanas catastróficas e indignas, eu não falo apenas dos absurdos que somos obrigados a viver diante de um sistema político fajuto e cheios de ladroagem que somos obrigados nos submeter por maus governantes que reinam e nos tripudiam a olhos vistos e que estes mesmos ainda se divertem com a derrota do governo numa questão ou outra.
Venho hoje falar dos bancos cheios que as chamadas 'Igrejas' da atualidade (salvo aqui, que nem todas as Igrejas, não posso generalizar e tão menos desmerecer as poucas que lutam e trabalham em prol de causas justas para fazer valer o valor humano), querem e desejam, bancos cheios poupanças recheadas, bancos cheios e menos ajuda e coragem se oferecem aos que realmente precisam, pois assistir um culto inteiro, meu filho é muito chato dependendo do assunto.
A mim cabe a ajuda humanitária, corpo a corpo, gesto a gesto, a mim cabe doar-se a si em prol de si e depois para o outro. Pois, ajudando-se a si em primeiro e tendo forças é que podemos oferecer ao próximo nossas oferendas.
A 'Igreja' (nem todas), quer casa cheia, mas o mundo precisa mais do que casa cheia. O mundo precisa de ações lógicas urgentes, ações, reações rápidas e frias, pois as imagens são cada vez mais criticas e chocantes, é preciso ter mais que olhar de médico, é preciso de muito sangue frio nas veias.
A 'Igreja' (nem todas) cobra dízimos de quem não tem a dar e todos acham que este é o principio da salvação, as indulgências continuam, nas ruas, nas favelas, nas fazendas.
Acredito na Fé que remove montanha, eu acredito em Deus e acredito num Deus Vivo, mas que primeiro está dentro de mim.
Acredito que levando ajuda a quem tem fome de verdade se pode muita coisa e muita conquista, eu não tenho muita coisa, mas faço o mínimo, pois logo ali tem uma favela e logo ali tem uma família honesta humilde, mas de um coração enorme que tenho o prazer em ajudar. Logo ali na favela tem uma criança que muitas vezes não tem nem o que comer, mas porém ganhou uma bolsa de estudos até a faculdade.
O que esse menino tem?
Nada, ele não tem nada.
Ele simplesmente tem FOME e SEDE. SEDE e FOME! Tem garra pela vida e para vida, ele tem . Tem vontade de viver.
Mas o caldo é mais embaixo, gente que vive a pele e osso, criança bebendo restos, famílias inteiras apodrecendo como se fossem bois de secas morrendo no pasto por não terem nada, nada para sobreviver, pessoas passando frio, calor, angústia, pessoas que simplesmente vive a míngua. E morrem sem nem ao menos saber o porquê vieram ao mundo, é como se fossem animais quaisquer que simplesmente morrem sem um porém.
Muito mais ridículos são os ‘showszinhos’ que realizam para arrecadações homéricas em cima desses pobres humanos que cada vez mais sofrem por não terem o mínimo e sofrem e morrem sendo comidos por urubus (animal),esganifados e FOME e SEDE. SEDE e FOME! O que estes Urubus (animais) fazem? Eles não fazem nada, simplesmente esperam e como animais sabem a hora de mordiscar suas presas.

Os mais afortunados se divertem, bancando 'Igrejas de Salvação' para os reinos dos céus. A falsidade humana é muito grande, fizemos por merecer? Atos a meu ver ridículos.
A solução é bem fácil, ao invés de bancos de engorda e enriquecimento de poucos, monte campana nas africanidades, brasilidades, nas chamadas camadas subnutridas espalhadas pelo mundo a fora da vida e doam-se apenas os 1% do que se tem, para cada pessoa dessas.
A barbárie irá continuar e logo ali na tua esquina aparecerá cada vez mais uma criança pedindo pelo Amor de Deus e logo ali atrás tem um urubu que estará esperando um pelo Amor de Deus também, pois até este tem FOME e SEDE. SEDE e FOME!


PAOLA VANNUCCI
13/12/2007



domingo, dezembro 02, 2007

Voar de uma borboleta diz a liberdade conquistada a olhos vistos. Não preciso de muitas palavras para experessar meus sentimentos que são euforicos e de felicidade. Lhes deixo a magia do voo simples da borboleta e muito amor a todos.
Em breve voltarei para escrever novos poemas e demais coisas afins.


Paola

Apresento neste momento a boa música de Sara Tavares,

Voá Borboleta




sexta-feira, novembro 02, 2007

Bingolins!!!!



Eu poderia começar este artigo com as chuvas finas do dia dos finados, para variar hoje está chovendo. Dia de chuva que lembro de Ana Terra e Rodrigo Cambará que sempre em dia de Finados mantinham suas histórias... Na realidade farei uma breve chuva de ‘pintos’.
‘Pintos’, vou mudar esse “nome para ‘Bingolins”, assim fica mais atrativo este texto que se inicia com um pequeno passeio a uma papelaria a poucos metros de casa:
Resolvi comprar uns papéis que precisava para trabalhar ontem pela manhã e logo ali encontro um carro parado, passei por ele e nada de mais, percebi que a janela estava aberta e segui em frente, quando, escuto o motor ranger e logo em seguida o motorista avança e estaciona seu veículo à minha frente, e eu já começo a mentalizar sua placa ‘BNH: 03....” e justamente ao passar novamente ao lado do carro, observo o ‘TARADO’ se masturbando....
Masturbando sim, ele estava com o Bingolim na mão, e querendo provavelmente estuprar uma mulher, uma garota ou até mesmo uma criança.... Passei pelo carro e já com o celular na mão fixei o olhar novamente para aquela placa “BNH: 035...” e logo simulei que estava telefonando, que droga meu celular não tem créditos, daí o motorista escapou e eu fiquei ali parada, rua deserta e sem ninguém passando, e pensei: - EU ESCAPEI... –
O fato é que desde criança observo motoristas homens ‘TARADOS’ se masturbando, para poderem enfiar seu Bingolim ao bel prazer. No meu tempo de criança lembro de uma garota da escola perto ou onde eu estudava morrera violentada, só por ter ido dar uma tal informação ao Doutor Bingolim.
Fico me perguntando:
Porque esses sem vergonhas agem desta forma?
Qual o prazer do sexo violento?
Por que a mulher tem de ficar a mercê dessas pessoas horrendas?
Dentro de casa mesmo, a maioria das mulheres ficam a mercê desses Doutores Bingolins, e muitas vezes tais atos acontecem e elas mesmas acham que aquilo é normal.
Mas, qual a relação sexual correta entre duas pessoas que se ‘AMAM’?
São tantas questões que devemos analisar...
Mas o fato é que muita gente morre por conta destes Doutores Bingolins.
Que nojo!
Que cena terrível de se ver.
Bom, fui de encontro ao meu objetivo e começaram passar várias pessoas, e eu logo fui contando o acontecido, falei do modelo do carro, da placa, da rota que ele tomara imaginando onde supostamente ele poderia estar, pois ali tem escolas e logo mais crianças poderiam estar à mercê do Bingolim do canalha, etc.
Este é mais um alerta que coloco aqui no ar, porque o mundo está ficando muito louco, e as pessoas não ficam mais sossegadas, e somos cada vez mais prisioneiros, só saímos diante de uma necessidade e não nos divertimos com tanta intensidade como antigamente.
A Sociedade tem que acordar e atentar para os distúrbios mentais das pessoas. Acordar porque cada pessoa tem uma necessidade e se manifesta por outra completamente distorcida da realidade. Pessoas fracas, pessoas desumanas, pessoas sem caráter.

Ou seja, com todo respeito ao Dia dos Finados!

O DIA DA CHUVA DE BINGOLINS!

sexta-feira, outubro 19, 2007

VERDADE!



Nada mais é do que justiça, eu acredito na verdade desde que haja dois fatos duas respostas e uma se sobressaia justamente.
Verdade minha, não é sua, mas somente uma opinião que tenho sobre tal assunto.
Será que as sagradas escrituras são realmente certas, escritas por profetas de Deus
qual a verdade desde que o mundo iniciou
Verdades contadas pelos homens que morrem sem saber o porque de estar vivo.
Vou morrer logo e espero que seja logo mesmo, pois devido a tanta injustiça do mundo prefiro a morte, a viver e provar que minha verdade ou a justiça de quem não tem lei seja nula.
Verdades banalizada e disfarçadamente criticadas por poucos que sabem o que é viver
verdade roubada dos políticos que nos roubam injustamente.
Credo
a vida dá um nó certeiro as minhas veias meu sangue segue impuro pela vida.
Minha verdade será a morte, a única justiça a qual tenho certeza, de resto, podres e covardes homens que preferem injustiçar quem nada tem.

A IN-VERDADE!

sábado, outubro 13, 2007

Isadora Duncan (americana, 1878-1927 :: bailarina)





Isadora nasceu em 27 de maio de 1877, em Oakland, na Califórnia. A ausência do pai, que cedo se separara da mãe, e a carência material em que vivia sua família - tinha três irmãos - marcaram profundamente a menina, que começou a dançar pouco depois de aprender a andar.Com cerca de 20 anos, Isadora foi para Nova York, onde se apresentou em algumas festas. Sem muito sucesso.A Europa era o cominho. Pouco depois de chegar em Londres com seus três irmãos, a bordo de um navio de gado. Isadora ganhou acesso aos salões da aristocracia inglesa e, apresentada ao príncipe de Gales, recebeu dele elogios efusivos. Era a senha para todos se sentissem autorizados a adotar a dançarina excêntrica, que rompia todas as regras do balé clássico, só se apresentava descalça e, em coreografias próprias, dava ao som de Wagner, Brahms e Beethoven contornos insuspeitados: o de suas pernas nuas."Dançar é viver. E o que desejo é expressar uma nova forma de vida" dizia Isadora. Não era só retórica. A artista era tão empenhada na dança livre quanto no amor livre. Uma das figuras feministas mais fortes do século - embora não militasse no sentido político - teve uma fieira de maridos e amantes. Intencionalmente, não divulgava a paternidade de seus filhos, Deirdre e Patrick. Essa reputação escandalosa não a impedia de estar sempre rodeada de meninas da alta sociedade: suas alunas de dança, apelidadas de "Isadoráveis".Em 1908, aos 31 anos, a americana Isadora Duncan viveu seu momento de maior glória; voltou em triunfo ao país natal, onde sua arte tinha sido desprezada, depois de conquistar a admiração boquiaberta da esnobe Europa.O mais incrível é que tivesse obtido tanto sucesso com uma fórmula absolutamente pessoal, fruto de algum autodidatismo, outro tanto de magnetismo e muita coragem.Isadora inventou a dança livre e a vendeu para nobres e plebeus numa embalagem que misturava uma sensualidade chocante para a época com um álibi espertíssimo - o de que era tudo inspirado na cultura clássica, como comprovavam sua túnica de corte grego e as citações de Platão salpicadas no espetáculo. Um gênio.Em 1913, a morte de seus filhos por afogamento - o carro em que estavam perdeu o freio de mão e caiu no Rio Sena - inaugurou uma fase de tormento e dissipação. Foi nesse estado que Isadora veio ao Brasil, em 1916, onde teria vivido uma paixão platônica por João do Rio e tido um caso com o poeta Oswald de Andrade. Em 14 de setembro de 1927, aos 50 anos de idade, morreu em Nice, na França, de forma insólita: sua écharpe, solta ao vento, prendeu-se em uma das rodas do automóvel conversível que a conduzia, atirando-a para fora do veículo e quebrando-lhe o pescoço.



terça-feira, outubro 09, 2007

Felicidade!

Custa-me pouco ser feliz
Basta uma resposta
E tive,
Tenho e muitas vezes não a vejo,
Que cega sou diante da vida!
Mas a mim cabe o sorriso sempre
Chorar?
Sofrer?
Morrer aos poucos?
Se a vida que está dentro de mim
Está para o amor
Tenho um amor no fundo do baú
Que pulsa como um rio, nunca seca.
Tenho vida que transborda vida
Os rochedos são difíceis e me machucam
Mas os encaro e neste desafio vejo-me no topo
Objetivos e metas alcançados
E
Alegria de apenas enxergar o que me cegava
Feliz novamente!!

Paola Vannucci

09-10-2007



sexta-feira, setembro 28, 2007

Música e Poesia

A música e a poesia expressam o que sinto
Mas a muralha me prende e me protege da vida
Sinto dor e uma solidão sem fim
E meu amor vive longe de mim
Não consegue me enxergar
A vida é dura e penosa,
Não gosto dessa vida
Não gosto de viver o que vivo
Tenho nojo e medo das pessoas
Sinto dor e profunda tristeza
Pergunto:
- Pra que viver sem meu amor ao meu lado?
Ele existe, sei que existe.
Ele diz sentir saudades, mas...
Os meus piores dias foram os da despedida,
E tive despedida a despedir
Odeio a vida por isso
Porque tive de me despedir tantas e quantas vezes do meu amor ?
Odeio porque não estamos juntos
E trancada na muralha estou
A harpa tocada em tempos atrás não está na
Música que delira qualquer um.
Louca e pobre fico sem sentidos
Não mais andar
Não mais viver
Não mais cantar

Já que ninguém me ouviu
Não mais gritei
A vida trabalha meu corpo
E peço, mais uma vez para que meu amor distante me sinta.


PAOLA VANNUCCI
28/09/2007





MÚSICA: DEAD CAN DANCE: CANTARA

sábado, setembro 15, 2007




Fui generosamente indicado como "Concorrente Inaugural", através do poema "Honrosa herança", para o "PRÊMIO CANETA DE OURO – POESIAS 'IN BLOG' 2007", idealizado por ANDRÉ L. SOARES e RITA COSTA.
O objetivo maior do concurso é eleger, conforme o voto dos próprios "bloggers", o "MELHOR POETA" e o "MELHOR POEMA" de 2007, postado em idioma PORTUGUÊS.
Acreditando que o intercâmbio de conhecimentos decorrente da leitura diversificada é benéfico ao desenvolvimento da poesia como um todo, o "PRÊMIO CANETA DE OURO – POESIAS ‘IN BLOG’ 2007" objetiva, também, estimular a leitura, bem como a maior integração entre os "bloggers" que escrevem poemas em idioma PORTUGUÊS.
Em atendimento às regras desse evento, indico outros 5 (cinco) poemas para concorrer, que são:

http://poesiasdecoracaoealma.zip.net - Poema - "Mulher de Sensibilidade Olímpica" - João Matsumoto

http://palavraedestino.blogspot.com - Poema - "O Fio da Espera" - Leila Lopes

http://somentebia.blogs.sapo.pt - Poema - "Um novo Caminho" - bia

http://sverdades.blogspot.com - "Crianças sem Pais" - David Santos

http://luaempoemas.zip.net "Preciso de colo" - Nanci Moraes

quinta-feira, setembro 13, 2007

A trajetória de um ser de luz

Ultima fotografia de meu Pai!
Em São Sebastião, litoral norte de São Paulo, eu na frente, minha mãe e uma amiga da época e meus irmãos em 1979

Meu avô segurando meu Pai
Ele um rapaz estudioso!!!!!
Deve se parecer comigo, rsrs........


ERICO VANNUCCI MENDES


Neste ano não preciso de muitas palavras para traduzir uma pessoa iluminada que foi meu pai, ele pelas imagens dá pra perceber o quão digno e gratificante foi pra eu ser sua filha e ainda sou.
Diante de tantas lutas eu posso dizer e agradecer por mais um ano.

Criei independência de sua morte, mas a dependência das lembranças, boas lembranças. A vida vai acontecendo e quando chego ao auge, percebo que deveria me confessar a você, deveria, mas você sabe ao menos tudo da minha vida, você me fez, você cultivou no meu ser a mulher que sou. Sou grata por seus ensinamentos e paciência muitas vezes, muita brigas, mas me coloco na posição de filha e no dever do agradecimento.

PAOLA VANNUCCI
13/09/2007

sexta-feira, setembro 07, 2007

7 DE SETEMBRO




Será um feriado para felicidade?
Será um dia de Paz e harmonia?
Nestes últimos meses ando muito tensa e refletindo muito sobre a vida e como posso me sobressair dela da melhor maneira possível. Meus últimos poemas retratam algo não muito animado.
Mas falando sobre outro assunto.
Hoje é o dia da Independência do Brasil. Será mesmo? Será que nós brasileiros somos capazes de tal Independência?
Liberdade a qual não nos pertence. Não sou livre em todos os sentidos.
Vejo na Educação que damos aos nossos filhos. Educação desesperada e preocupante de quem não tem tempo pra nada e vai jogando seus filhos em escolas que nada produzem. No meu, no seu tempo, a gente era criança na hora certa, jovem na hora certa, nós aprendíamos o que era respeito, civilidade, cordialidade, moral, costumes, amor etc...
Mas na vida moderna, vida de cão e verdadeiras raposas querendo o lugar do que é do próximo, a ganância toma conta até dos sentimentos dos outros. Um dia trocam-se caricias e no outro se trocam tapas e bordoadas.
Pois bem filhos largados nas escolas que Deus dará, filhos amontoados em salas de criminosos desde novinhos, e nem se aprende, RESPEITO, CIVILIDADE, CORDIALIDADE, MORAL, COSTUMES, AMOR, nada disso aprende. O que nossos filhos aprendem nas escolas?
Que sentido eles terão para o futuro se nem ao menos ensinamos o amor a Pátria que vivemos. Vocês lembram dos hinos que o Brasil possui? HINO NACIONAL, HINO A INDEPENDÊNCIA, HINO A BANDEIRA E HINO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA.
Male mal se ensina o Hino Nacional. È uma vergonha porque falamos tanto em Educação. E não ensinamos nossos filhos Educação.
A sociedade maltratada está cansada, mas não enxerga o futuro.
Futuro que é dar educação continua aos nossos filhos, Educação inovada, mas com RESPEITO, CIVILIDADE, CORDIALIDADE, MORAL, COSTUMES, AMOR etc. Tudo com raça e coragem de lutarmos pelos nossos ideais.
Raça e coragem, mas estamos num marasmo total e vivendo vida de nada. Antes víamos grandes revoltas e revoluções sadias, e agora o que temos? Se alguém abre a boca, vem um e te prende por difamação, falso moral, ofensa. Ora de que adianta opinar se o governo discaradamente nos rouba a olhos vistos.
Na Educação tudo é uma graça quando se é pequeno, mas e o tal RESPEITO, CIVILIDADE, CORDIALIDADE, MORAL, COSTUMES, AMOR ETC. Onde ficam.

Tenho vontade de tantas outras coisas, mas a vida por onde ando está sem significado e num marasmo. Tenho a liberdade assistida e não sentida. O grito é forte e grande mas pra quem?
Assim se caminha a Humanidade, na tentativa da volta ao tempo para tentar recuperar o que se perdeu. Eu falei tentar. Sim porque tudo se tenta e não se faz mais.
Enquanto nas escolas todos tentarmos educar nossos filhos nada construirá, seremos presidiários desses filhos, e queimados ao sol que nos aquece fortemente todas as manhãs. O tempo de acordar já passou, agora resta o tempo de arregaçarmos as mangas e trabalhar.

NOSSOS FILHOS PRECISAM DE EDUCAÇÃO, ORDEM, PROGRESSO E RESPEITO!


PAOLA VANNUCCI
07/09/2007

sábado, setembro 01, 2007

BOSQUE



The Cure - A Night Like This

Bosque que procuro incessantemente por meu amor,meus sentimentos atordoados me fazem segar a visão, pobre de mim uma donzela perdendo os sonhos pela vida e meu amor perde-se por tantos esconderijos e não cai na armadilha que criei. Meu amor some na tempestade para lavar a alma e fazer cumprir o que o coração pede.
Eu aqui distante nada sei, penso que sinto e acabo agindo errado.
Será?
Será que os sentidos são contrários?
Será a fascinação existente?
A emoção da carência me derruba e novamente
Grito a quatro paredes.
Quem? Alguém a me ouvir?
Novamente o grito desesperador e nada suavizado,
Ensurdeço agora com a musica.
Era pra ser uma noite com taças de vinhos.
Mas, o grito sumiu e perdeu forças naquele bosque
Estou rouca e não movo mais meus braços
Cai na minha armadilha e ainda só estou.
Fascinação pelo lindo bosque
Do olhar que não fora meu.
Do corpo que não toquei, jamais tocarei, jamais sentirei
Perfume ausente, sem alergias.
Perfume esgotando o desejo
Graças ao bom Deus
Sem alergias e nem frustrações
Apenas a doce alegria de ver a dor aumentar
A quatro paredes fecho meus olhos e a noite escurece o dia
Numa dança louca e transitória
Meu grito pra ninguém ouvir estou presa pela
Fascinação deste terrível bosque cinza
Transformado em cidade de canibais.


Paola Vannucci
01/07/2007

sábado, agosto 25, 2007

Pessoal que frequenta minha casa.
Vou dar um tempo com as postagens e as visitas... tenho me envolvido com trabalhos, estudos e demais assuntos que não me deixam com tempo de visitá-los.
Tão logo voltarei a visitar todos vocês.
Faço destaque aos blogs: Denise, Joo, Aroldo, Celso, Daniel, Nelito, Magui, Bia, Rui Pestana, Fabiana Borges, Paulo Mello, Maidana, Nolli, Offer dentre muitos outros.

Agradeço a todos vcs.

Paola


sexta-feira, agosto 17, 2007

PALMADAS

As palmadas me dizem
O quanto de verdade pude entender, mas não acreditei
Anos se passaram e eu insistindo
Cheguei ao meu limite
Triste fim de anos jogados fora
Triste por eu não ter mais base e ainda só estou
Sem ninguém ao meu lado que me diz e me de coragem
Sem alguém que me conforte
Sem um par a dançar
É engraçado
Busco e nada encontro
As palmadas persistem, querem me dizer algo, mais uma vês me repreendo.
E nula fico
Quero distância do mundo e sinto medo
A solidão me dá medo
Mas mesmo nestes anos me sentia só
A solidão é uma tortura
Mas nestes anos não tive cúmplice dos meus atos
A solidão me persegue, mas nestes anos nada se construiu.
A solidão me mata aos poucos
O caminho escolhido não serviu-me de nada, permaneço triste e ainda mais
Cada vez mais sozinha
Deus peço uma palavra, peço uma alegria
Peço para que me cuide
Meu peito dói mais uma vez,
Peço para que não me deixe só
A solidão me tortura a cada minuto.
A palmada ainda me assusta no cérebro.


Paola Vannucci
17/08/07

The Smiths - I now it's over


quinta-feira, agosto 09, 2007

QUADRO



Loreena McKennitt - La Serinissima

Arde-me ao lê-lo,
A música continua a tocar,
Você reascendeu o amor novamente,
Só não entendo o porque não me acha.
Porque você não me acha?

As cores são de rosas ao vento e
Que se perde a todo o momento,
A chama quente e ao mesmo tempo
Sombrio por não estarmos mais juntos,

A música pede para acreditar,
mas você foge eternizando a saudade.

Sinto seu amor aqui perto,
Sinto sua presença, seu perfume me embriaga...
Numa doce chama ao luar.

A nossa versão do amor nos uniu, nos viciando a algo inédito.

Simplesmente o vejo quase nu,
despido em um quadro...


Paola Vannnucci
21/10/2005

terça-feira, julho 31, 2007

Na calada da noite!



O dia é escuro
E a noite se cala
É como se uma luz negra apagasse toda a sua magia
É bem eu estar a sua espera
Para você dizer
Que sente algo por mim,
Dizer
Que me gosta igual ao que sinto...
Como é bom seu carinho.
Como foram boas todas minhas descobertas...
Eu gosto,
Você enoja.
Eu sinto,
Você despreza.
Eu sofro e
Você sorri...
Nas noites me calo a pensar
Calo porque ainda sinto seu corpo
Calo só para ouvir sua vóz, mas
Você despreza,
Você desgosta,
Você enoja...
O que aconteceu?
O que sentimos agora?
Você nem me sente no momento.
Como pode me gostar agora?
Como pode me amar agora?
Como me fazer mulher agora?
O dia é escuro, e
Não sinto seu cheiro, pois
Na noite se trancou...
E não ouço sua vóz, pois
Você se foi
Na calada da noite



Este poema é dos anos 90, totalmente diferente dos meus sentimentos atuais, as vezes é bom voltar ao passado e valorizarmos o dia de hoje, que apesar de algumas desventuras sinto-me FELIZ.

PAOLA VANNUCCI

sábado, julho 14, 2007

Sinfonia

Completa sinfonia quando a leio escrita por suas palavras
Completa sinfonia quando sinto cada toque de mãos que me seduzem
Completa sinfonia quando percebo o olhar sedento de amor, uma leve luxuria, mas que nos alimenta do bom desejo.
Completa sinfonia da in-sinfonia e não a regularidade dos momentos
Momentos intensos de vidas incertas que se completam na sinfonia completa de suas palavras...........

PAOLA VANNUCCI



sábado, julho 07, 2007





Flávio Venturini - Clube da esquina II


O REPOUSO DA NOITE
ENRIQUECE MINHA ALMA
DURMO COMO UM ANJO A ESPERA DO MEU AMOR
O RECANTO DOS MEUS APOSENTOS
É MAGICO COMO NOSSO AMOR
QUE CRUZA ESTRADAS, PONTES, RIOS, LAGOS
MAS SEI QUE MEU SENTIR CHEGA ATÉ VOCÊ
MEU DESPERTAR VEM COM O BARULHO DOS SEUS SINOS
MEIGOS E SUAVES ME ACORDAM COM SEU DOCE PERFUME
AMANHEÇO O DIA SABENDO QUE TEM UM ANJO ME ESPERANDO
É A ESPERANÇA DO MEU SORRIR



PAOLA VANNUCCI

segunda-feira, julho 02, 2007

'Perdoei por amor', diz mulher do ônibus 499

Perdoar por amor?
Pode até ser, mas voltar viver com esse tipo de pessoa, oras, não vale a pena.
As pessoas tem de valorizar a vida e o bem estar.
Jamais voltaria com quem me apontou uma arma, ‘salvo, nunca vivi agressão desse tipo’, mas penso que se alguém me fizer algum mal, jamais poderei voltar a viver e ou ter uma vida incomum com este alguém.
Pergunto:

Onde está a valorização do Eu?

Onde está a dignidade perante a vida , filhos e a justiça?

Justiça sim, sou a favor de muita justiça, desde que esta não me maltrate e nem me atrapalhe. Justiça me dá o direito de opinar para as coisas certas e agir com a razão, mas jamais com o coração, agir com o coração é digno, e gosto muitas vezes usar meu coração para acompanhar todos os fatos. Agir sem sabedoria nos faz ficar mais perto da morte.

Essa moça aparentemente diz sentir-se bem, mas não estou aqui a julga-la e nem culpa-la. Estou aqui questionando a verdadeira justiça.

Perdoar é divino, sábio e difícil, mas basta apenas perdoar sem consumar o fato.

Perdoar é dar justiça ao que se acha certo e renovar nossas forças junto do coração.
Perdoar é viver com a alma e coração.

Mas perdoar sem valorização....

Estou aberta aos comentários, não sei se ficou bom a mensagem, mas fica aqui minha indignação diante desse fato.

domingo, junho 24, 2007

Hoemangem!!!!!!!!

Estarei homenageando hoje um grande amigo, que pra mim tornara-se muito especial.Tudo na vida tem um, porém e um porquê. Mas o mais importante e sadia é conquistar uma boa amizade e mantê-la. Aroldo José Marinho do blog HAROLD - http://harold-joseph.blogspot.com . É só ir lá e conferir, trata-se de um grande poeta/acróstico, e lhe fiz um belo poema.Amigo Harold, este é seu, rsrs



Aroldo José Marinho



Alegria vejo em você, quando simplesmente num
Rosto característico de um brasileiro
O sorriso da terra e da miscigenação
Lembro dos cafuzos, mamelucos lembro
Do briu de ser eterno guerreiro Quando
O Brasil político nos invade de uma maneira trágica


Já não é sem tempo lutarmos por nossos ideais
Oprimida raça e vitoriosa por ditar história
Somos motivados pela canção Você é
E faz parte desta história Seu rosto


Mostra a alegria da vitória desejada
Anseia da justiça dever que poucos e
Raros homens conquistam. Você
Ilumina, você busca
Não importa ser o Presidente e nem o Papa
Homem de verdade busca justiça seja
Onde estiver, olharei para seu rosto típico, respeitando muito



PAOLA VANNUCCI
21/06/07








Cat Stevens: My Lady d'Arbanville

quarta-feira, junho 20, 2007

FELICIDADE



The Smiths - There is a light that never goes out

Felicidade
nem sempre me acompanha
quando caio na noite
rolam meus pensamentos,
absorvo seu ser a me seduzir
quanta saudades sinto
quantos momentos, não meus,
mas sim de outros
sinto-me invadida por não o ter
sinto-me seduzida por ter sussurrado ao meu ouvido
oh! vida bandida que me sufoca
você nunca vem me buscar
mais uma vez sofro
agonia
vontade
sentimento
tortura
fuga do meu ser
venha me envolver
quero viver sempre ao seu lado
venha me beijar, quero amar
venha me conquistar, quero penetrar nossos corpos
venha..............
Já é tarde.

Será essa a felicidade?


PAOLA VANNUCCI

domingo, junho 17, 2007



Musica de hoje: dire Strais: Romeo and Juliet

SINTO O AMOR PURO PASSANDO POR MINHAS ENTRANHAS

SINTO A FELICIDADE BATER AOS MEUS PÉS

SINTO QUE AINDA SINTO

O AMOR EXISTE E ESTÁ VIVO

SINTO QUE JAMAIS MORREREI SEM TER AINDA UM GRANDE AMOR

AS PALAVRAS NÃO SOMEM PQ ELAS ESTÃO GUARDADAS E ESCNDIDAS AQUI DENTRO DO MEU SER E AOS POUCOS AS LIBERO COMO UMA SINFONIA ÚNICA, CHEIA DE AMOR ESPERANÇA E FÉ.

PAOLA VANNUCCI

quarta-feira, junho 13, 2007

Família de Lamarca deve receber indenização
Viúva e os dois filhos devem esperar prazo de 30 dias para receber o valor.Ele foi morto por homens do Exército no interior da Bahia, em 1971.


Do G1, em São Paulo, com informações do Jornal Nacional


A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça reconheceu nesta quarta-feira (13) a condição de anistiado político de Carlos Lamarca. O ex-capitão foi morto por homens do Exército no interior da Bahia, em 1971, considerado o período mais duro do regime militar.

Segundo a Comissão de Anistia, a decisão favorável foi dada também à família de Lamarca. A viúva, Maria Pavan Lamarca, e os filhos César e Cláudia também foram considerados vítimas da ditadura.

Segundo os conselheiros, os três foram obrigados a permanecer exilados em Cuba para não serem mortos. Cada um dos três vai receber R$ 100 mil de indenização. A partir de agora, é preciso esperar pelo prazo de 30 dias para alguém, se desejar, entrar com recurso contra a decisão.

Segundo informações do Ministério da Justiça, a viúva de Lamarca receberá pensão relativa ao salário de general de brigada, que hoje é de R$ 12 mil, conforme o Ministério da Defesa. Se continuasse sua carreira militar, ele teria se aposentado como coronel, mas a legislação determina que os inativos recebem o valor referente a um posto acima na graduação militar.

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Enfim mais uma familia reconhecida.

Mas me pergunto, quantas outras famílias estão a merce disto, vivendo, lutando, e exigindo justiça.

Diante deste fato eu não posso ficar calada, eu não posso deixar de existir.

QUE VENHAM OUTROS TANTOS LOTES A SEREM ABERTOS...

É UM DEVER MORAL E O MÍNIMO QUE O GOVERNO DEVE FAZER.....


PRENDER UM A UM DESSES MILITARES QUE AINDA ESTÃO IMPUNES E PARTICIPAM DE ATOS CRIMINOSOS E ESNOBAM DO POVO BRASILEIRO.

Música de hoje: Maná - Desapareciones

Esta letra retrata bem como as pessoas normais e civilizadas desapareciam, muitas vezes para a morte, por simplesmente terem um ideal de vida.





quinta-feira, junho 07, 2007

Semana de consciência pela vida e pelo verde



Musica de hoje: Victor Heredia - Coraje


Seria redundante falar hoje sobre o apelo de salvar a natureza, mas tenho de gritar e bradar mais uma vez pela vida. Meu papel aqui é de passar meus pensamentos. Já que a tempo que não venho escrito uma linha sequer.
Nós humanos nos apegamos a coisas materiais e sentimentais e esquecemos que a vida dentro da gente e em volta da gente. Está passando uma propaganda na televisão, algo como visão do futuro dos nossos filhos, onde no trabalho um certo rapaz encontra uma plantinha nascendo, e outro observa na janela do escritório o nascer do sol.
Fica aqui minha pergunta:
Pra onde caminha a humanidade?
Como podemos nos esquecer de que viemos ao mundo para sermos felizes e nada contribuímos para tanto.
Esta foi mais uma semana de conscientização, mais um alerta para observarmos a Natureza, nós dependemos da Natureza para viver, dependemos da água para vivermos. Alguém se lembra da simples FOTISSÍNTE/ alguém lembra do estudou ainda no primário hoje tudo modificado na Educação, as chamadas Séries Iniciais? As plantinhas agradecem, e uma simples sementinha de feijão brota do algodão para a vida, o ciclo da vida, nascer crescer, produzir frutos e morrer feliz por cumprir sua tarefa.
Qual o ciclo de vida do homem?
Nascer, crescer, construir, destruir, matar a natureza, achar que vai morrer feliz tentando restaurar o que destruiu.
A camada de ozônio está cada vez mais evidente, o aquecimento global sempre tão falado está mais presente na vida das nossas crianças. Quando cada uma deles já tem em mente e assustadoramente elas sabem que isso não é bom para o próprio futuro. Mas qual será a solução? Retardar o mal feito? Retardar a educação? Retardar o ciclo evolutivo das coisas? Na propagando de uma marca de remédios, por exemplo, o homem por dores de stresses volta ao Homo Sapiens.
Fica aqui mais um alerta e um grito de liberdade:

Vamos salvar o meio em que vivemos
Como diz na Letra da musica de Edsom Gomes:

Lili

Composição: Edson Gomes
Vamos amigo lute
Vamos amigo lute
Vamos amigo lute uoh oh!
Vamos amigo ajude, se não
A gente acaba perdendo o que já conquistou... ("iêa")
A gente acaba perdendo o que já conquistou ...bis
Vamos levante lute
Vamos lavente ajude
Vamos levante grite
Vamos levante agora
Que a vida não parou
A vida não para aqui
A luta não acabou
E nem acabará
Só quando a liberdade raiaaarrr iêa
Só quando a liberdade raiaaarrr...
PAOLA VANNUCCI
07/06/07

sexta-feira, junho 01, 2007

ROSA



Clip de hoje : Durutti Colunm: It's Wonderful

Rosa que é rosa sempre é bem vinda,
não importa a natureza,
importa os sentimentos de ser e estar presente,
mesmo que em dimensões diferentes,
O Seu mundo é logo ali,
desde que em um largo passo já chega aqui
e uni nossos corações numa eternidade sem fim.
O perfume da rosa vem ao som lento a nos convidar a uma dança.
Rosa pálida que ganha seu brilho por simplesmente me encontrar,
Rosa que exala luz.
Assim como dois corações.

PAOLA VANNUCCI
01/06/07

domingo, maio 20, 2007

BRISAS

Brisas cálidas,
Desvanescem nos crepúsculos.
Frugalidades pitorescas,
Sou do tempo inerte da razão e do ser
Quando,
O desejo inocente do amor me
Corroe como uma vida
Bandida cheia de ênfase e defeitos
Da beldade humana...
O que seríamos sem Deus nos apoiando?
Gemas incrustradas?
....com odores resinosos de tiribentas montanhas?
Eu não posso dormitar agora,
Não me permito envelhecimento...
Que honra ser desencruada...
Brisas leves
Aparecem nas trevas,
Gemas férteis e cheias de vida,
Gemas inertes e felizes...
Tórridas dores e lamúrios fulgazes.
Brisas suaves mas envolventes,
Brisas somente brisas...




PALA VANNUCCI

sexta-feira, maio 11, 2007

A origem do Dia das Mães

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.
"Não criei o dia das mães para ter lucro"
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
Fonte:
- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 1999

terça-feira, maio 08, 2007

Estações!!!!!!!


Falar consigo???
Não precisa as estrelas escrevem, a todo momento nosso perfumado amor.
Imagino seus olhos nesta estranha imagem,
Me pertencem , como seus desejos e sentimentos,
Como a plumagem que nos envolve a cada toque das folhas de outono caídas com a força dos ventos.

Falar consigo???
Traz o frescor do viver
Traz o sentir ao ama-lo.
Seu rosto é presente e
Sorriso envolvente,
Me encanta, prende-me a delírios jamais sentidos a homem algum...

A madrasta não mais presente,
Nos abençoou ao apresentar-me ,
Rejeitou-me!!!
Eu???
Ah!! Eu...Como sempre o quiz...
Ela sabia desde o início.
Ela sabia...
Que belo presente...
Para uma estação sentir.

Passam os trens .
Num vai e vem de passoas sem saber o
Que se passa.
Que transe, não preciso de mais nada.
Passam as estações
Estou na primavera.....




PAOLA VANNUCCI
2005

quarta-feira, maio 02, 2007

A PAIXÃO

A paixão desenfreada que sinto é única e plena
sinto gana
sinto vontade
sinto prazer
não perco jamais por estar apaixonada
não perco brilho
Agarro
agarro o destino com unhas e dentes
a paixão que sinto não me sufoca
mas me liberta
sinto sua força
sou guerreirasou sem brilho pra alguns
mas pra outros tantos
hummmmmmmmmmmm
me
arrepia a alma
a paixão que sinto
é por você vida minha que me alenta
mas me derruba
também ao mesmo me ensina
me engrandece
me faz conhecer gente como tu
adoro esta vida
é uma paixão viver
depois de noite a chorar
ainda bem que sou mulher
e choro
pra ter forçar a lutar
pobre dos homens...............

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk





PAOLA VANNUCCI

terça-feira, maio 01, 2007

O Dia do Trabalhador (no Brasil também chamado Dia do Trabalho) é celebrado anualmente no dia 1 de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado nacional em muitos deles.

História

No dia 1 de Maio de 1886 realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América. Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação centenas de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de um dos protestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos polícias que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
A 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.

Dia do Trabalho no Brasil

Até o início da Era Vargas (1930-1945) eram comuns nas grandes cidades brasileiras certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris (o que não constituía, no entanto, um grupo político muito forte, dada a pouca industrialização do país). Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo (uma espécie de "ideologia" que não está interessada na desconstrução do capital, mas em sua colaboração com o trabalho). O trabalhismo foi usado pela propaganda do regime varguista como um instrumento de controle das massas urbanas: isto se vê refletido na forma como o trabalho é visto cada vez mais como um valor.
Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, trasnforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalho. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalho passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradiconalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PTB) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casas próprias e similares.
Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalho, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo.
Fonte:
Wikipédia.org

sexta-feira, abril 27, 2007

PENSO SEMPRE NA VIDA E NA CONDIÇÃO EM QUE EXISTO NELA
PENSO NAS SITUAÇÕES ACONTECIDAS
E NO MAL CONQUISTADO QUE NAO NOS PERTENCE
PENSO NA ALEGRIA QUE SUFOCA A TRISTEZA POR UM SIMPLES GESTO DE CARINHO
CARINHO OFERTADO NUMA AJUDA HUMANITÁRIA E SEM INTEÇÕES
ACHO PENA QUE PESSOAS AINDA ME FAZEM MAL
ACHO PENA O PENSAMENTO ULULANTE DE SERES
QUE NAO ENCHERGAM O AMOR
MAS A VIDA CAMINHA E ANDA
E EU CONTINUO AQUI PRODUZINDO O BEM
A QUEM
PRODUZINDO UM SORRISO
A QUEM
E SUFOCANDO A TRISTEZA EM SORRISO


PAOLA VANNUCCI

terça-feira, abril 24, 2007

Os Druidas e sua Doutrina da Imortalidade da Alma

Os Druidas eram sacerdotes e sarcedotisas dedicados ao aspecto feminino da divindade: a Deusa. Mas eles sabiam que todas as nossas idéias a respeito da divindade eram apenas parciais e imperfeitas percepções do divino. Assim, todos os deuses e deusas do mundo nada mais seriam que aspectos de um só Ser supremo - qualquer que fosse a sua denominação - vistos sob a ótica humana.Eles não admitiam que a Divindade pudesse ser cultuada dentro de templos construídos por mãos humanas, assim, faziam dos campos e das florestas mais suaves - principalmente onde houvessem antigos carvalhos - os locais de suas cerimônias. Os druidas eram parte da antiga civilização Celta, povo que se espalhava da Irlanda até vastas áreas no norte da europa ocidental, incluindo a Bretanha Maior e Menor (Inglaterra e norte da França) e parte do extremo norte da península ibérica (Portugal e Espanha). Dominavam muito bem todas as áreas do conhecimento humano, cultivavam a música, a poesia, tinham notáveis conhecimentos de medicina natural, de fitoterapia, de agricultura e astronomia, e possuiam um avançado sistema filosófico muito semelhante ao dos neoplatônicos. A mulher tinha um papel preponderante na cultura druídica, pois era vista como a imagem da Deusa, detentora do poder de unir o céu (o Deus, o eterno aspecto masculino) à terra (a Deusa, o eterno aspecto feminino). Assim, o mais alto posto na hierarquia sacerdotal druídica era exclusividade das mulheres. O mais alto posto masculino seria o de conselheiro e "mensageiro" dos deuses, e, entre outas denominações, recebiam o nome de Merlin.Desde a dominação romana, a cultura druídica foi alvo de severa repressão, por isso hoje sabemos muito pouco sobre deles, apesar de o próprio Júlio César reconhecer a corajem que os druídas tinham em enfrentar a morte em defesa de sua cultura. Sabemos que eles possuiam suficente sabedoria para marcar profundamente a literatura da época, criando uma espécie de áura de mistério e misticismo (e eles, de fato, eram místicos), sendo reverenciados e respeitados como legítimos representantes dos deuses.O Povo Celta, como um todo, construira-se dentro de uma tradição eminentemente oral, ou seja, não usavam a escrita para transferir seus conhecimentos fundamentais - embora conhecessem uma forma de escrita chamada rúnica. Por isso após o domínio do cristianismo - que no início foi bem recebidao pelos próprios druídas, quando o poder da Igreja de Roma ainda não era suficientemente forte e corrompido ao ponto de distorcer a mensagem básica de Jesus de tolerância e amor - perdemos muito desta maravilhosa civilização, e, juntamente, perdemos muito da história dos Druidas, e até hoje muita coisa permanece envolta em mistério: sabemos que realmente eles existiram entre o povo Celta, porém eles não eram propriamente originários desta civilização, então de onde vieram os Druidas? Seriam eles os tão terrívies Bruxos avidamente perseguidos pelo fanatismo cego e ambiciosa da Igreja Católica Romana? Foram eles quem ajudaram o bretões a se livrarem dos saxões? Teria realmente José de Arimatéia (discípulo de Jesus) encontrado abrigo entre eles? A história dos Druidas se esconde freqüentemente entre diversas lendas, como a do Rei Arthur, onde Merlin e a meia-irmã de Arthur, Morgana, eram Druidas.Na verdade quando estudamos sobre os Druidas, temos diante de nós apenas fragmentos de narrações, algumas lendas e muita oposição eclesiástica, cujo ódio aos Druidas e a todos os outros povos pagãos é forte demais para que seus textos nos sejam uma fonte confiável de informação. A sensação que temos é a de embarcar num Mundo totalmente diferente, mágico, fantástico, como se tomássemos a lendária barca que nos leva à ilha sgrada de Avalon, cercada de brumas, onde vive um povo incrível e misterioso.Das poucas coisas que sabemos sobre eles, temos a certeza de que os Druidas acreditavam na Imortalidade da Alma, que buscaria seu aperfeiçoamente através das vidas sucessivas (reencarnação). Eles acreditavam que o homem era o responsável pelo seu destino de acordo com os atos que livremente praticasse. Toda a ação era livre, mas traria sempre uma conseqüência, boa ou má, segundo as obras praticadas. Quanto mais cedo o homem despertasse para a resposabilidade que tinha nas mãos por seu próprio destino, melhor. Ele teria ainda a ajuda dos espíritos protetores e sua liberação dos ciclos reencarnatórios seria mais rápida. Ele também teria a magna responsabilidade de passar seus conhecimentos adiante, para as pessoas que estivessem igualmente aptas a entender essa lei, conhecida hoje por lei do carma (que é uma denominação hindu, não druídica).Os Druidas desapareceram paulatinamente da história à medida que crescia o domínio da Igreja de Roma. Os grandes sacerdotes druidas eram conhecidos como as serpentes da sabedoria, e, numa paródia sem graça, São Patrício ficou conhecido por ter expulso "as serpentes da Bretanha". Mas o fascínio destas pessoas não poderia desaparecer de repente. Eles se perpetuaram nos romances dos menestreis e trovadores medievais, e sua influência se fez sentir nos vários movimentos místicos e contestátórios da Idade Média, especialmente entre os Cátaros e na Ordem dos Templários.
Bibliografia Sugerida:
Marion Z. Bradley: As Brumas de Avalon, Imago Editora, São Paulo,1990.
Os Celtas, Coleção Povos do Passado, Círculo do Livro, São Paulo, 1996.

quarta-feira, abril 18, 2007

Hildegard von Bingen




Durante as trevas intelectuais da Idade Média, a Igreja Católica Romana era uma insituição patriarcal sedenta de poder e rigidamente machista. Mas, mesmo assim, alguns luminares femininos conseguiram se destacar, especialmente nos países germânicos. Entre estas mulheres, uma nos interessa especialmente: Hildegard von Bingen.Hildegard von Bingen viveu de 1098 a 1179, na Renânia. Ela foi uma extraordinária pensadora, uma grande filósofa e teóloga. Ela era uma freira que - coisa raríssima na época - fazia sermões públicos, que, além de atrair pela riqueza de conteúdo o povo de sua época, atraia multidões pelo carisma e pela grande beleza física que possuia, como podemos ver pelas iluminuras que a representam e pelos relatos sobre ela. Dentre outras qualidades, ela era compositora (suas músicas foram recentemente gravadas), escritora, médica, botânica. Era muito dada ao estudo. De certa forma, durante o reinado das trevas, ela possivelmente tenha sido a primeira cientista após a destruição definitiva da biblioteca de Alexandria. Na totalidade da história ocidental, o século 12, na Alemanha, nos chama a atenção pelo profundo mergulho espiritual dos pensadores da época, na maior parte religiosos, que possibilitaram uma ambiente extremamente místico (no sentido transpessoal do termo), rico de insights, e que se refletiu na arte e cultura do tempo, e que ainda hoje exercem um fascínio mágico e racionalmente incompreensível ao homem de hoje, mas que emociona profundamente e enleva a alma: o estilo Gótico.A Renânia possuia todo um clima espiritual mais sofisticado e evoluído que o resto da Europa. Lá nasceu Hildegard. Ela era a décima criança de uma família nobre que morava na cidade de Rhineland, próxima a Mainz, e onde ainda se podia respirar um pouco do ar celta e sentir um pouco do espírito da Antiga Roma Imperial. Com oito anos, sua família resolveu da-la aos cuidados de uma freira para que, posteriomente, segui-se a carreira religiosa.Pelos registros que temos, Hildegard foi uma criança excepcional, apesar de ter uma constituuição física frágil e de ter suportado graves doenças. Desde cedo ela passou a ter visões místicas de cunho
Transpessoal que lhe possibilitavam, entre outras coisas, demonstrar um alto grau de clarividência e de premonições; de início assustada com as possíveis conseqüências de suas visões, ela não costumava relatar suas experiências transpessoais. Quando a irmã que a criou no convento, e que era Abadessa, faleceu em 1136, Hildegard foi eleita a nova Abadessa. Anos depois, em meio a um longo tratamento de saúde, ela escrveu: "Quando tinha 42 anos e sete meses de idade, uma ardente luz de um intenso brilho veio do céu para se por por completo em minha mente, como uma chama que não queima mas que ilumina. Ela me preencehu totalmente, coração e alma, como um sol que esquenta algo com seus raios. E mais uma vez eu poderia ter o gosto de entender realmente o diziam e o que significavam os Sagrados Livros - Os Salmos, os Evangelistas e os demais livros do Antigo e Novo Testamento."Hildegard escrevia tudo o que lhe acontecia, e suas visões se transformaram num livro chamado Scivias (Conhecer o Caminho). Ela relatou sobre suas visões com grandes teólogos da época, como Bernard de Claivaux. Foi ele quem enviou uma parte dos manuscritos de Hildegard para o Papa Eugênio III, em Trieste. Profundamente impressionado, ele endossou os trabalhos de Hildegard bem como suas visões.Está claro, hoje, que Hildegard possuia uma facilidade ímpar para adentrar nos chamados "Estados Alterados de Consciência". Muitas vezes ele diria que suas visões e as sensações a elas vinculadas eram difícies de serem postas em palavras. Eram experiências que transcendiam o nosso modo convencional de perceber as coisas. Mas ela tinha de descrever suas experiências de alguma forma, sentia uma grande necessidade de comunicá-las. Por isso não é de se estranhar que toda a riqueza de suas experiências místicas tenham sido relatadas sob uma forte capa cultural típica dos escritos da época. Durante mais de 25 anos, ela escreveu um número extraordinário de documentos e trabalhos sobre a relação humana com o plano divino da criação. Também produziu fascinates estudos sobre botânica e medicina. Compôes 77 canções litúrgicas para uso do convento, e algo como um oratório dramático intitulado Ordo Virtutem. Já com uma idade avançadíssima para a época, aos 72 anos ela voltou a Rhineland para pregar aos clérigos e aos leigos da necessidade de reformas urgentes na Igreja, que estava visivelmente corrompida por assuntos nada espirituais. Por toda a vida, ela escreveu centenas de cartas para as pessoas das mais diversas classes e níveis sociais.Sua incansável energia e grande vitalidade argumentativa tornaram-se suas principais marcas de personalidade, juntamente com suas experiências místicas: frequentemente ela se erguia de seu leito, muitas vezes em meio a inúmeras dores, após ter tido uma nova visão que imediatamente lhe estimulava a ir a uma nova cruzada de conscientização pública sobre os rumos que a religiosidade estava tomando, e que dibergia da mensagem de Cristo. Ela foi implacável ao denunciar a corrupção clerical de sua época.Por conta de sua coragem, Hildegard foi muito atacada por toda a sua vida. Mas o pior ainda viria no último ano de sua vida. Ela havia caridosamente enterrado um jovem revolucionário que havia sido excomungado, quebrando assim com uma das mais rígidas leis eclesiásticas da Igreja. Os bispos exigiram que ela exumasse o corpo, considerado indigno de repousar em terra santa. Ela recusou-se, dizendo que o jevem morrera em graça e em comunhão com Deus. Seu convento foi interditado e ela e suas irmãs foram proibidas de participarem da missa.Apenas alguns meses antes de sua morte, seus direitos foram restaurados. Ela pode, enfim, descansar um pouco. Em 17 de setembro de 1179, Hildegard, ao 81 anos, sofreu um colapso; pouco antes de morrer, duas listas de luz surgiram no céu e adentraram em seu quarto. Hildegar foi, a partir de então, cultuada como uma mensageira de Deus entre os homens.Entre o povo mais simples da época, talvez devido aos resquícios da tradição pagã, como a dos druidas, acreditava-se que Deus não seria apenas homem, não teria apenas caraceterísticas masculinas, Deus seria Pater-Mater. O Ser Supremo teria também um lado feminino, ou uma "natureza feminina" (a Deusa, adorada pelos druidas). Afinal, a mulher teria sido também criada à Sua imagem e semelhança, ainda que os padres torcessem o nariz para tal pensamento e culpassem a mulher pela vinda do pecado ao mundo. Em grego, a palavra para o lado feminino de Deus é Sophia, e significa sabedoria. A crença sobre a natureza materna de Deus também estava presente entre os cristãos primitivos, antes de Roma obter a hegemonia sobre os rumos da Igreja. Mas ela manteve-se na Igreja do Oriente, a chamada Igreja Ortodoxa, e entre os judeus durante a Idade Média, mas caiu em completo esquecimento na Europa ocidental (graças ao machismo romano). Só com Hildegard von Bingen é que é que ela teve um rápido lampejo de retorno. Em vários de seus êxtases místicos, ela conta que viu Sophia a andar ricamente vestida, procurando um meio de se dar à conhecer ao mundo. Quando Hildegard morreu, conta-se que seu espírito, rejuvenescido, foi visto várias vezes andando e cantado pela capela, com uma expressão de doce júbilo no rosto. Ela cantava a sua mais conhecida canção: O Virga Ac Diadema.

domingo, abril 15, 2007

A VOLTA DA CANÇÃO!!!!


Engraçado... risos....
A volta da canção me surpreende...
Não imaginava que a magia pudesse tomar conta do meu corpo sofrido
Mas agora vejo que voltou
Estou sorrindo
Nas lutas diárias me ausentava
Vi uma luz no final do túnel
Escutei da voz ao telefone
Que não sei se esta voz ainda quer de mim
Não sei dos sentidos
Mas platonicamente sei, risos mais.
Oh! vida bandida que me persegui
O platônico mais uns vês
E eu aqui conversando com a canção
Doce mistério do momento
Doce voz da Yves mais uma vez a me contemplar
Doce voz do telefone
Que de impulso me vez sonhar
Com o toque do piano agora imagino suas mãos me tocar
Doce magia em ser feliz por alguns segundos
Horas eu diria...
Suave voz que não me sai dos pensamentos
Delírio loucura
Sentir,
Quem sabe uma carência
O destino é único e traçado
Quem sabe
Mas com a força do pensar se muda qualquer destino
Doce voz ainda escondida
Apenas sei
Doce momento que me faz pensar, pensar e pensar....
A Yves repete a musica para nosso encontro.



PAOLA VANNUCCI
15-04-07

sexta-feira, abril 13, 2007

HOMENAGEM DO MEU GRANDE AMIGO AROLDO.... QUE VENHAM MAIS POESIAS, A CULTURA NÃO PODE MORRER - AROLDO OBRIGADA!!!!!!!

O detetive e a moça
Aroldo José

Você é a única!
Foi o que disse o detetive
Que usava capa amarela
Para bela a moça
Que ele amava.
Ela era tão bonita
E se tornava mais bonita
Quando ficava indecisa.


A moça de chapéu,
Que era tão clara.
Sonhava com uma vida feliz
E calma assim como ela.
Ela queria uma vida burguesa
E um vestido de princesa.


Você é a única!
Ela sabe que ele disse a verdade.
Ele a quer para toda vida:
Dividir histórias,
Unir corpos suados,
Pagar contas
E levar as crianças na escola.


Ele lembra de quando a viu
Pela primeira vez.
Era dia de chuva,
Ela estava ensopada.
Ele lhe ofereceu um guarda-chuva.


Ela era tão bonita.
Ele lhe deu também o seu coração,
Seu jeito simples e honesto
Que fica sem jeito
Quando fala dos assuntos do coração.


Ele não disse que a amava
Porque é difícil explicar
O que se sente.
Porém acariciou seus cabelos molhados
E contemplou seus olhos claros.
Ela pensou o quanto ele era elegante.
O homem da capa amarela,
O homem que respeitava a lei
E fazia a chuva parecer
Um dia de primavera.


Você é a única!
Ele disse que sabia disso.
Ela disse que o amava
Enquanto a chuva caía.
Ele a protegia
E ela sabia que ele a amava.
O homem da capa amarela
Que tornava sua vida bela.



Belém, 23/11/96

terça-feira, abril 10, 2007

IMPROVISO

O REPOUSO DA NOITE
ENRIQUECE MINHA ALMA
DURMO COMO UM ANJO A ESPERA DO MEU AMOR
O RECANTO DOS MEUS APOSENTOS
É MAGICO COMO NOSSO AMOR
QUE CRUZA ESTRADAS, PONTES, RIOS, LAGOS
MAS SEI QUE MEU SENTIR CHEGA ATÉ VOCÊ
MEU DESPERTAR VEM COM O TILINTAR DOS SEUS SINOS
MEIGOS E SUAVES ME ACORDAM COM SEU DOCE PERFUME
AMANHEÇO O DIA SABENDO QUE TEM UM ANJO ME ESPERANDO
É A ESPERANÇA DO MEU SORRIR



PAOLA VANNUCCI

quarta-feira, abril 04, 2007

Sinto-me traída pela vida,
Em todos os sentidos, quero gritar neste momento, mas meu choro incontido resta-me a dor do meu coração.
Sinto-me abandonada de colo, onde choro sem ter fim meu desespero.
Num dia me exalto, mas vejo que fora em vão.
Noutro vejo a derrota
Pobre de mim, que luta em vão,
Não! Não quero me arrepender, tudo leva-me a isto, tudo me leva a isto.
Meu peito sufocado dói, meu corpo dói, meus olhos lacrimejam dor.
Até quando meu Deus?
Pergunto, até quando?
Não sei mais....
Vou parar por aqui!!!
Desculpem mas não sei mais meus sentimentos,
Desculpem,
É muita dor que sinto!

domingo, abril 01, 2007

Primeiro de abril: o dia da mentira

Tudo começou em 1564, quando Carlos IX, rei de França, por uma ordonnance de Roussillon, Dauphine, determinou que o ano começasse no dia primeiro de Janeiro, no que foi seguido por outros países da Europa. É claro que, no início, a confusão foi geral, de vez que os meios de comunicação ainda eram inexistentes. Não havia rádio, televisão, nem mesmo o jornal, pois era a invenção da imprensa, por Gutemberg, só aconteceu muitos anos depois.
Antes de Carlos IX determinar que o dia primeiro de Janeiro fosse o começo do ano, este tinha início no dia primeiro de abril, o que resultou ficar conhecido como Dia da Mentira, por força das brincadeiras feitas com a intenção de provocar hilaridade.
Surgiram, então, as brincadeiras (que os franceses denominavam de plaisanteries) em todo o mundo, como a da carta que se mandava por um portador destinada a outra pessoa, na qual se lia o seguinte: "Hoje é primeiro de abril. Mande este burro pra onde ele quiser ir".
Seria um nunca acabar se fossem, aqui, relacionadas as brincadeiras referentes ao primeiro de abril. Até mesmo eram distribuídas cartas convidando amigos para assistirem ao enlace matrimonial de pessoas que nem sequer se conheciam, mencionando a igreja, o dia e a hora em que seria celebrado o suposto casamento.
Vejamos alguns primeiros de abril pregados pela imprensa mundial, conforme relata a revista Isto é, de são Paulo, n- 1488, edição de 8 de abril de 1998: 1) "A África do Sul comprou Moçambique por US$ 10 bilhões. O anúncio do negócio fora feito na organização das Nações Unidas pelo presidente sul-africano Nelson Mandela. Deu no jornal Star, de Johannesburgo; 2) A Rádio Medi, de Tânger, no Marrocos, noticiou que o Brasil não iria participar da Copa do Mundo porque o dinheiro da seleção seria usado na luta contra o incêndio em Roraima; 3) A minúscula república russa Djortostão declarou guerra ao Vaticano. Motivo: arrebatar o título de menor Estado da Europa. Para tanto, ele teria doado seis metros quadrados de seu território a uma república vizinha. Isso tudo de acordo com o jornal Moscou times; 4) Diego Maradona, ex-capitão da seleção argentina de futecol, é o novo técnico da seleção do Vietnã. Deu nos principais jornais vietnamitas; 5) Ao deixar o Senegal, o presidente americano Bill Clinton seria acompanhado de uma comitiva formada pelos primeiros 50 senegaleses que fossem à embaixada para pedir visto de entrada nos EUA. Assim informou o jornal Le Soleil, do Senegal. Centenas de senegaleses acreditaram na mentira e correram para a embaixada americana."
Noticiando o falecimento de Maurício Fruet, ex-prefeito de Curitiba e ex-deputado federal, a revista Isto é, são Paulo, n- 1510, edição de 9 de setembro de 1998, informou que ele "era considerado o parlamentar mais brincalhão e espirituoso que passara pela câmara dos Deputados. Um exemplo: convocou uma falsa reunião de todo o secretariado do então governador Roberto Requião no dia 1- de abril de 1990 (havia 15 dias que Requião tomara posse). Os Secretários, sem entender nada, passaram toda a madrugada no palácio Iguaçu. De manhã, Fruet fez chegar a informação de que era um trote do Dia da Mentira."
Tudo faz crer que as brincadeiras, originárias das plaisanteris francesas, continuem sempre a existir, graças à eternidade das manifestações folclóricas no mundo inteiro.

quinta-feira, março 29, 2007

FLAMBOYAN




Suas diversas tonalidades lembram-me o surgir de uma grande amizade, lembra o sol nascer com profundas cicatrizes marcadas por uma noite ardente.

Aquela mulher torturada por seu marido que simplesmente a deseja e ela não, aquele homem que suspira em vão...

Você já viu homem suspirar?

Eu não....

Mas a árvore cresce e dá bons frutos, assim é o que se esperaflores coloridas primavera alegre, outono quente, o tempo pirou, mas a brisa ainda é leve...

Vivamos o florir de um flamboyan.

Vivamos a alegria da vida, mas que contradição, políticos querem dar a legalidade do aborto ao invés de dar informação e oportunidade de desenvolvimento ao povo.

Lamentável é o florir da árvore se não temos nada de dignidade.....


PAOLA VANNUCCI
29/03/07

segunda-feira, março 26, 2007



Conversar é preciso.


Hoje estava conversando com uma pessoa muito querida, e no meio da conversa surgiu um grande papo cabeça que adorei e compartilho parte da nossa conversa com todos ...

Divirtam-se!!!
Também estou devendo uma parcial sobre a Discriminação Racial.
Mas andei pensando.... A luta continuará porque muitos ainda são ignorantes e não enxergam que o mundo era um só, simplesmente a natureza e a ação das placas tectônicas separaram as terras... O homem que se diz muito intelegente não sabe deferenciar uma pessoa do bem e do mal.
Quer saber, meu parecer é pouco mas está dado.
Enquanto não tiver Educação adequada, homens se tornarão cada vez mais seres definhados.

Beijos Paola




Biografia de Pierre Verger



Pierre Verger nasceu em Paris, no dia quatro de novembro de 1902. Desfrutando de boa situação financeira, ele levou uma vida convencional para as pessoas de sua classe social até a idade de 30 anos, ainda que discordasse dos valores que vigoravam nesse ambiente. O ano de 1932 foi decisivo em sua vida: aprendeu um ofício - a fotografia - e descobriu uma paixão - as viagens. Após aprender as técnicas básicas com o amigo Pierre Boucher, conseguiu a sua primeira Rolleiflex e, com o falecimento de sua mãe, veio a coragem para se tornar um viajante solitário. Ela era seu último parente vivo, a quem não queria magoar com a opção por uma vida errante e não-conformista.
De dezembro de 1932 até agosto de 1946, foram quase 14 anos consecutivos de viagens ao redor do mundo, sobrevivendo exclusivamente da fotografia. Verger negociava suas fotos com jornais, agências e centros de pesquisa. Fotografou para empresas e até trocou seus serviços por transporte. Paris tornou-se uma base, um lugar onde revia amigos - os surrealistas ligados a Prévert e os antropólogos do Museu do Trocadero - e fazia contatos para novas viagens. Trabalhou para as melhores publicações da época, mas como nunca almejou a fama, estava sempre de partida: "A sensação de que existia um vasto mundo não me saía da cabeça e o desejo de ir vê-lo me levava em direção a outros horizontes".
As coisas começaram a mudar no dia em que Verger desembarcou na Bahia. Em 1946, enquanto a Europa vivia o pós-guerra, em Salvador, tudo era tranqüilidade. Foi logo seduzido pela hospitalidade e riqueza cultural que encontrou na cidade e acabou ficando. Como fazia em todos os lugares onde esteve, preferia a companhia do povo, os lugares mais simples. Os negros monopolizavam a cidade e também a sua atenção. Além de personagens das suas fotos, tornaram-se seus amigos, cujas vidas Verger foi buscando conhecer com detalhe. Quando descobriu o candomblé, acreditou ter encontrado a fonte da vitalidade do povo baiano e se tornou um estudioso do culto aos orixás. Esse interesse pela religiosidade de origem africana lhe rendeu uma bolsa para estudar rituais na África, para onde partiu em 1948.
Foi na África que Verger viveu o seu renascimento, recebendo o nome de Fatumbi, "nascido de novo graças ao Ifá", em 1953. A intimidade com a religião, que tinha começado na Bahia, facilitou o seu contato com sacerdotes, autoridades e acabou sendo iniciado como babalaô - um adivinho através do jogo do Ifá, com acesso às tradições orais dos iorubás. Além da iniciação religiosa, Verger começou nessa mesma época um novo ofício, o de pesquisador. O Instituto Francês da África Negra (IFAN) não se contentou com os dois mil negativos apresentados como resultado da sua pesquisa fotográfica e solicitou que ele escrevesse sobre o que tinha visto. A contragosto, Verger obedeceu. Depois, acabou encantando-se com o universo da pesquisa e não parou nunca mais.
Nômade, Verger nunca deixou de ser, mesmo tendo encontrado um rumo. A história, costumes e principalmente a religião praticada pelos povos iorubás e seus descendentes, na África Ocidental e na Bahia, passaram a ser os temas centrais de suas pesquisas e sua obra. Ele passou a viver como um mensageiro entre esses dois lugares: transportando informações, mensagens, objetos e presentes. Como colaborador e pesquisador visitante de várias universidades, conseguiu ir transformando suas pesquisas em artigos, comunicações, livros. Em 1960, comprou a casa da Vila América. No final dos anos 70, ele parou de fotografar e fez suas últimas viagens de pesquisa à África.
Em seus últimos anos de vida, a grande preocupação de Verger passou a ser disponibilizar as suas pesquisas a um número maior de pessoas e garantir a sobrevivência do seu acervo. Na década de 80, a Editora Corrupio cuidou das primeiras publicações no Brasil. Em 1988, Verger criou a Fundação Pierre Verger (FPV), da qual era doador, mantenedor e presidente, assumindo assim a transformação da sua própria casa num centro de pesquisa. Em fevereiro de 1996, Verger faleceu, deixando à FPV a tarefa de prosseguir com o seu trabalho.