segunda-feira, agosto 28, 2006

MÃOS CRIADORAS

Aqui jazem mãos criadoras.
Mãos de crianças,
Mãos de mulheres e homens.
Seres que desde pequenos já criam
Seres que produzem amor com o seu doce sorriso.
Aqui eu crio palavras.
Aqui produzo a alegria, pois já fui criança,
Fui e sou o sorriso dela...
Criança criadora,
Quando novinha tem que aprender a viver,
Quando tem seu irmão morrendo de fome.
Mãos humildes
Mãos que pedem o pão para comer
Mas são por essas mãos, é que temos os nossos mitos
São por essas mãos que o homem vive e
A mulher solte seu instinto...
‘Ser Mãe!’
Ser mãe e as vezes, muitas vezes
Vê seu filho criando para poder viver
Vê seu filho trabalhando para não morrer de fome.
Vê seu filho prostituindo-se...
Mãos que criam
Mãos que consomem
Mãos que bebem
Rostos carentes e choram
Rostos limpos em viver o tempo de criança
Mãos
Rostos
Crianças...


ESTE POEMA, FIZ NOS ANOS 90, MAS GOSTO PARTICULARMENTE PQ HOJE É MAIS UM ANIVERSÁRIO QUE FAÇO E MAIS UM ANO QUE PENSO NAS CRIANÇAS QUE ESTÃO CRESECENDO SEM UM OBJETIVO.
MAIS UM TOQUE DE ALERTA E CONSCIENTIZAÇÃO!!!

PAOLA VANNUCCI

terça-feira, agosto 22, 2006

Desapariciones
Maná
Composição: (rubÉn Blades)

Que alguien me diga si han visto
a mi esposo
preguntaba la Doña
Se llama Ernesto X,
tiene cuarenta años
trabaja de celador,
en un negocio de carros
llevaba camisa oscura y pantalón claro
Salió anoche y no ha regresa
doy no sé ya qué pensar
Pues esto, antes no me había pasadoooo...

Llevo tres díasbuscando a mi hermana
se llama Altagracia
igual que la abuela
salió del trabajo pa' la escuela
llevaba unos jeans y una camisa clara
no ha sido el novio, el tipo está en su casa
no saben de ella en la PSN ni en el hospital
ooo...

Que alguien me diga si han visto a mi hijo
es estudiante de pre-medicina
se llama Agustín y es un buen muchacho
a veces es terco cuando opina
lo han detenido,
no sé que fuerza
pantalón claro, camisa a rayas
pasó anteayer

CORO
A dónde van los desaparecidos
busca en el agua y en los matorrales
y por qué es que se desaparecen
por qué no todos somos igualesy
cuándo vuelve el desaparecido
cada vez que lo trae el pensamiento
cómo se le habla al desaparecido
con la emoción apretando por dentro
oh...

Clara, Clara, Clara Quiñones se llama mi madre
ella es, ella es un alma de Dios
no se mete con nadie
Y se la han llevado de testigo
por un asunto que es nada más conmigo
y fui a entregarme hot por la tarde
y ahora dicen que no saben quién se la llevó
del cuartel
Anoche escuche varias explociones
patún pata patún pete
tiro de escopeta y de revolver
carros acelerados freno gritos
eco de botas en la calle
toque de puertas por dioses platos rotos
estaban dando la telenovela
por eso nadie miró pa' fuera

CORO
A dónde van los desaparecidos
busca en el agua y en los matorrales
y por qué es que se desaparecen
por qué no todos somos iguales
y cuándo vuelve el desaparecido
cada vez que lo trae el pensamiento
cómo se le habla al desaparecido
con la emoción apretando por dentro




Essa letra desta música mexe muito comigo, época marcada por atrocidades e desrespeito a humanidade. Época onde muita gente foi presa e vários mortos e torturados.

BRASIL!
ACORDA!
ANO DE ELEIÇÃO ANO DE VIRADA!!!!

PAOLA VANNUCCI

sexta-feira, agosto 18, 2006

OJOS DE CIELO
Letra y música:
Víctor Heredia

Si yo miro el fondo de tus ojos tiernos
Se me borra el mundo con todo su infierno.
Se me borra el mundo y descubro el cielo
cuando me zambullo en tus ojos tiernos.

Ojos de cielo, ojos de cielo,
no me abandones en pleno vuelo.
Ojos de cielo, ojos de cielo,
toda mi vida por este sueño.
Ojos de cielo, ojos de cielo...
ojos de cielo, ojos de cielo...

Si yo me olvidara de lo verdadero,
si yo me alejara de lo más sincero,
tus ojos de cielo me lo recordaran,
si yo me alejara de lo verdadero.

Ojos de cielo...

Si el sol que me alumbra se apagara un díay
una noche oscura ganara mi vida,
tus ojos de cielo me iluminarían,
tus ojos sinceros, mi camino y guía.

Ojos de cielo...

Agora vem a Homenagem a um Grande amigo.

A FORÇA QUE CADA UM TEM DE TER NAS MÃOS
É A FÉ QUE SEGURA, SALVA E REMOVE MONTANHAS.
A CORAGEM DE VIDA QUE CADA UM TEM DE TER
É QUE QUANDO SE PERDE E SE LEVANTA DANDO A VOLTA POR CIMA
A VITÓRIA QUE CADA UM TEM DE TER
É QUANDO GANHAMOS UM GRANDE AMIGO
E ESTE NOS PEQUENOS JESTOS LEMBRA-ME PELA EMOÇÃO.
MAIDANA MEU AMIGO ,
OBRIGADA DIANTE DE PÚBLICO,
OBRIGADA
POR SEMPRE SUAS PALAVRAS QUE ME FAZEM FORTALECER A ALMA
E CAMINHAR RUMO A VITÓRIA.....
GRANDE BEIJO A VC E A TODOS OS SEUS.....
AMO DESDE JÁ VC E TB TODOS OS SEUS.....

TODAVIA CANTAMOS
TODAVIA SONHAMOS
TODAVIA....
PERSEVERAMOS NA FÉ E NA OMBRIDADE DE SER GENTE!!!!!!!!!!
VALEU!!!!!!!
MEU GRANDE AMIGO.

http://sergiomaidana.blig.ig.com.br


PAOLA VANNUCCI

terça-feira, agosto 15, 2006

Palavras poucas, mas que servem para pensar!

Você já parou para pensar o porque que todas as pessoas são fascinadas pela corrida do ouro?
Nós temos essa tendência a ganância prejudicando até mesmo nossos familiares mais próximos....
Mas aqui vai um fato corriqueiro e engraçado....
Na minha mesa do escritório, demoro a juntar uma grande quantidade de caneta!
São canetas!
Canetas?
Sim canetas com se fossem ouro...
Como se tivesse uma pedra de diamante dos mais valiosos.
Tem um monte de gente que freqüenta meu escritório diariamente, ou seja, fico de olho no montante de canetas....
No final do dia conto quantas canetas me restaram, e sempre a soma das canetas não se alteram...
Mas quando chega numa sexta-feira a noite...
Opa!!!!!!!!
Sinto falta daquele montante gordo de canetas...
Fico pensando:
- Ah! Se canetas fosse realmente ouro....
Fico imaginando que se todos os que entrassem aqui estariam ricos com tantos furtos às minhas canetas...
E ainda lhes falo:
- porque será que todo mundo pega canetas?

Rsrs

Meus amigos pensem:
Se num simples furtar inocente de canetas, o mundo estaria bem melhor se não tivesse esse tipo de ladrõezinhos...
Já pensou que se uma criança tem esse hábito banal futuramente poderá roubar o ouro puro do amanhã....

PAOLA VANNUCCI

sábado, agosto 12, 2006

MULHER

Parece que sempre que um assunto é abordado pelo programa semanal “Fantástico” da Rede Globo, o Brasil faz que acorda.
O tema centra desta semana, mais precisamente amanhã é: Sobre a Violência contra a Mulher!
Esse assunto é muito polemico, pois nesta semana se ouviu falar várias vezes de casos desse tipo.
Em Belém do Pará, babás mirins, são covardemente mortas, violentadas sexualmente, seus “donos davam-lhes choques elétricos e o que é pior tudo isso na presença da esposa que acompanhava toda a cena”.
Em Belém do Pará existem muitas famílias pobres e quase sem condições de vida, onde as mães iludidas por esse tipo de gente covarde e as convencem de que o melhor para as crianças é estudar e se formar numa cidade grande. Na roça elas não teriam nenhum futuro palpável pela frente.... e como a família não tem nem o que comer e muito menos dar a seus filhos o mínimo fazem ‘ esta doação’.
Há também a violência onde a mulher sofre calada dentro do seu lar.
Ela acaba se submetendo ao marido muitas vezes e não tem forças de gritar....
Esse tipo de mulher morre mais cedo com sérios problemas de saúde.
São apenas alguns modelos de violências contra a mulher.
Violência sexual;
Violência verbal;
Quando a mulher apanha;
Quando a mulher trabalha dobrado parecendo uma escrava e o marido nem volta pra casa;
Violência moral;
Violência...

São tantos os diferentes tipos de violência que não se cabe na lista.
A se sempre Rede Globo manifestasse positivamente em prol da sociedade sem interesses de Ibopes....

Por isso peço sempre:

BRASIL, MUNDO, VAMOS ACABAR COM A VIOLENCIA!
O MUNDO PRECISA DE PAZ.
PAOLA VANNUCCI

quinta-feira, agosto 10, 2006

EVM

O Prêmio Érico Vannucci Mendes foi instituído em março de 1988 pela mãe de Érico, Marta Vannucci, após seu falecimento em 1986, aos 42 anos, com o objetivo de dar continuidade ao seu trabalho em favor da cultura nacional e estimular e incentivar os pesquisadores a seguirem o caminho da pesquisa científica.
Estudioso da cultura brasileira, Érico Vannucci nasceu em São Paulo em 1944 e foi elemento atuante nos movimentos culturais do país. O Prêmio em sua homenagem é considerado um estímulo aos pesquisadores que seguem o mesmo caminho. Ele também foi diretor do Grupo Teatral Negro (GTN) e do Museu Lasar Segall.
Por vezes, além do agraciado, são escolhidos alguns destaques do ano que, segundo a comissão julgadora, merece um reconhecimento especial. Entre os premiados ao longo de todos esses anos, estão estudiosos e pesquisadores que realizaram trabalhos importantes sobre cultura indígena, cultura popular urbana, folclore brasileiro, cultura regional, afro-brasileira, entre outros.

VENCEDOR DO PREMIO ESTE ANO


O baiano Vilson Caetano de Sousa Júnior foi o ganhador do Prêmio Érico Vannucci Mendes, edição de 2006. O jovem pesquisador da área de Antropologia das Populações Afro-Brasileiras apresentou dois livros: Nagô – A nação de ancestrais itinerantes, publicado em 2005, e Orixás – Santos e Festas, publicado em 2003, e foi agraciado com o primeiro lugar entre 32 trabalhos inscritos.

Segundo a Comissão Julgadora, Vilson Caetano apresentou um trabalho muito bonito que recupera a história através do sincretismo de autores como Roger Bastide e Edson Carneiro para analisar festas, santos, orixás e o candomblé. “Uma pessoa muito jovem com um currículo de grande pesquisador, que cumpriu com os objetivos do prêmio, mantendo seriedade no tratamento dado sobre a temática trabalhada”, completa Alzira Alves de Abreu, presidente da Comissão.
O Prêmio Érico Vannucci Mendes é uma parceria entre Marta Vannucci, mãe do pesquisador Érico Vannucci, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Instituído em 1988, o prêmio tem o objetivo de estimular o estudo da cultura brasileira em todos os seus aspectos, promovendo a valorização e a conservação dos conhecimentos já tradicionais e os que vêm sendo incorporados ao longo do tempo, assim dando continuidade ao trabalho do pesquisador Vannucci.

sexta-feira, agosto 04, 2006

AMAR É PARA SER...


Quando o amor está em causa,
Não quero ter
Apenas quero ser.
Ser é amar, é viver.
Ter é ter certeza de não mais amar.
Por isso eu não o tenho,
Apenas sou,
E me faço ser notada por simples jeito de ser.
Eu amo,
Assim dou espaço àquele que me ama...
Deixo de ter amor para
Ser amor.
Deixo de ter ardor para
Ser puro amor.
E,
Amar é para ser.
E,
Não para ter...


PAOLA VANNUCCI