sexta-feira, outubro 19, 2007

VERDADE!



Nada mais é do que justiça, eu acredito na verdade desde que haja dois fatos duas respostas e uma se sobressaia justamente.
Verdade minha, não é sua, mas somente uma opinião que tenho sobre tal assunto.
Será que as sagradas escrituras são realmente certas, escritas por profetas de Deus
qual a verdade desde que o mundo iniciou
Verdades contadas pelos homens que morrem sem saber o porque de estar vivo.
Vou morrer logo e espero que seja logo mesmo, pois devido a tanta injustiça do mundo prefiro a morte, a viver e provar que minha verdade ou a justiça de quem não tem lei seja nula.
Verdades banalizada e disfarçadamente criticadas por poucos que sabem o que é viver
verdade roubada dos políticos que nos roubam injustamente.
Credo
a vida dá um nó certeiro as minhas veias meu sangue segue impuro pela vida.
Minha verdade será a morte, a única justiça a qual tenho certeza, de resto, podres e covardes homens que preferem injustiçar quem nada tem.

A IN-VERDADE!

sábado, outubro 13, 2007

Isadora Duncan (americana, 1878-1927 :: bailarina)





Isadora nasceu em 27 de maio de 1877, em Oakland, na Califórnia. A ausência do pai, que cedo se separara da mãe, e a carência material em que vivia sua família - tinha três irmãos - marcaram profundamente a menina, que começou a dançar pouco depois de aprender a andar.Com cerca de 20 anos, Isadora foi para Nova York, onde se apresentou em algumas festas. Sem muito sucesso.A Europa era o cominho. Pouco depois de chegar em Londres com seus três irmãos, a bordo de um navio de gado. Isadora ganhou acesso aos salões da aristocracia inglesa e, apresentada ao príncipe de Gales, recebeu dele elogios efusivos. Era a senha para todos se sentissem autorizados a adotar a dançarina excêntrica, que rompia todas as regras do balé clássico, só se apresentava descalça e, em coreografias próprias, dava ao som de Wagner, Brahms e Beethoven contornos insuspeitados: o de suas pernas nuas."Dançar é viver. E o que desejo é expressar uma nova forma de vida" dizia Isadora. Não era só retórica. A artista era tão empenhada na dança livre quanto no amor livre. Uma das figuras feministas mais fortes do século - embora não militasse no sentido político - teve uma fieira de maridos e amantes. Intencionalmente, não divulgava a paternidade de seus filhos, Deirdre e Patrick. Essa reputação escandalosa não a impedia de estar sempre rodeada de meninas da alta sociedade: suas alunas de dança, apelidadas de "Isadoráveis".Em 1908, aos 31 anos, a americana Isadora Duncan viveu seu momento de maior glória; voltou em triunfo ao país natal, onde sua arte tinha sido desprezada, depois de conquistar a admiração boquiaberta da esnobe Europa.O mais incrível é que tivesse obtido tanto sucesso com uma fórmula absolutamente pessoal, fruto de algum autodidatismo, outro tanto de magnetismo e muita coragem.Isadora inventou a dança livre e a vendeu para nobres e plebeus numa embalagem que misturava uma sensualidade chocante para a época com um álibi espertíssimo - o de que era tudo inspirado na cultura clássica, como comprovavam sua túnica de corte grego e as citações de Platão salpicadas no espetáculo. Um gênio.Em 1913, a morte de seus filhos por afogamento - o carro em que estavam perdeu o freio de mão e caiu no Rio Sena - inaugurou uma fase de tormento e dissipação. Foi nesse estado que Isadora veio ao Brasil, em 1916, onde teria vivido uma paixão platônica por João do Rio e tido um caso com o poeta Oswald de Andrade. Em 14 de setembro de 1927, aos 50 anos de idade, morreu em Nice, na França, de forma insólita: sua écharpe, solta ao vento, prendeu-se em uma das rodas do automóvel conversível que a conduzia, atirando-a para fora do veículo e quebrando-lhe o pescoço.



terça-feira, outubro 09, 2007

Felicidade!

Custa-me pouco ser feliz
Basta uma resposta
E tive,
Tenho e muitas vezes não a vejo,
Que cega sou diante da vida!
Mas a mim cabe o sorriso sempre
Chorar?
Sofrer?
Morrer aos poucos?
Se a vida que está dentro de mim
Está para o amor
Tenho um amor no fundo do baú
Que pulsa como um rio, nunca seca.
Tenho vida que transborda vida
Os rochedos são difíceis e me machucam
Mas os encaro e neste desafio vejo-me no topo
Objetivos e metas alcançados
E
Alegria de apenas enxergar o que me cegava
Feliz novamente!!

Paola Vannucci

09-10-2007