quarta-feira, abril 04, 2007

Sinto-me traída pela vida,
Em todos os sentidos, quero gritar neste momento, mas meu choro incontido resta-me a dor do meu coração.
Sinto-me abandonada de colo, onde choro sem ter fim meu desespero.
Num dia me exalto, mas vejo que fora em vão.
Noutro vejo a derrota
Pobre de mim, que luta em vão,
Não! Não quero me arrepender, tudo leva-me a isto, tudo me leva a isto.
Meu peito sufocado dói, meu corpo dói, meus olhos lacrimejam dor.
Até quando meu Deus?
Pergunto, até quando?
Não sei mais....
Vou parar por aqui!!!
Desculpem mas não sei mais meus sentimentos,
Desculpem,
É muita dor que sinto!

6 comentários:

Papoila disse...

Amiga!
Trago-te o meu abraço e um sopro de esperança.

“Cotovia canta-me as tuas canções
no nascente azul de voo erguido
ao encontro do Sol… recém-nascido
que na rósea alvorada ao céu levantas
nos frémitos da luz… feliz… incauta!”

Beijos!

david santos disse...

Olá!
Bom trabalho. Parabéns.
Que a tua semana da Páscoa seja igual à de toda a humanidade: feliz.

DE-PROPOSITO disse...

oLÁ
Uma Páscoa Feliz.
E felicidades.
Manuel

Denise disse...

Paola, que poema doído! mas bonito!
Tô passando pra te desejar uma Feliz Páscoa com muito amor, paz e chocolate!
Beijo grande!

Daniel Aladiah disse...

Querida Paola
Uma lutadora como tu não desiste assim! E não é verdade que não te amam. Tenho a certeza que muita gente te ama. Mesmo aqui, virtualmente, conquistaste o coração de tantos...
Tem esperança e pensa que a vida será aquilo que tu quiseres fazer dela.
Um beijo
Daniel

Harold disse...

Seria bom poder lhe ouvir sempre. Mesmo que seja apra saber de sua dor,mesmo que seja para ouvir seu choro.
Mas sua vida é muito maior que as possilidades de sofrimento.
Beijos!!!!!!!