Voilência

Eu não posso de deixar de falar sobre a vio`lência.
É uma banalidade.
Ontem foi lembrado o Dia Internacional Pelo Fim de Toda Violência Contra a Mulher. Leiam a baixo, e denunciem a cada ato injusto, não só a nós mulheres, mas como a sociedade em si. Crimes não podem ficar impunes.
Ligue 180
Direitos

Movimento de defesa da mulher comemora dia contra violência
25 de novembro de 2005, às 15h00
Hoje é o Dia Internacional Pelo Fim de Toda Violência Contra a Mulher. A data é comemorada há 24 anos, e foi criada durante o I Encontro Feminista Latino Americano em Bogotá.
Em Florianópolis, a manhã foi marcada por uma audiência pública na Assembléia Legislativa, promovida pelo Fórum da Mulher Parlamentar Catarinense, com o tema "Violência Doméstica".
Durante a tarde dessa sexta-feira ,será realizado um ato público na praça Fernando Machado (praça Miramar), com a participação de várias entidades ligadas ao movimento de defesa da mulher. Atividades educativas e orientações para o combate à violência contra a mulher farão parte do evento.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, quase metade das mulheres assassinadas são mortas pelo marido ou namorado, atual ou ex. A violência responde por aproximadamente 7% de todas as mortes de mulheres entre 15 e 44 anos no mundo todo. Em alguns países, até 69% das mulheres relatam terem sido agredidas fisicamente e até 47% declaram que sua primeira relação sexual foi forçada.
Terei deste site:

Comentários

Cássio Amaral disse…
Sabe,
Acho que a questão da violência no mundo é um lance de paz interna. Se a humanidade, ou seja o homem ter paz interna não há violência. Aí entra uma nova ótica, estou dizendo sem religião, estou dizendo que é necessário estar em paz consigo mesmo.
Parabéns pelo post e pelo questionamento.
Beijabraço e eflúvios positivos.
Blogue da Magui disse…
Eu já estou achando que não adianta ficar apresentando esses indices. O que precisava é uma campanha dirigida para os homens mas que não fosse criadas por mulheres mas por especialistas que soubessem como funciona a cabeça masculina.Homem violento ou desaforado não faz duas vezes comigo.Nem aqui na net.O cara que faz comentário grosseiro, autoritário ou gosta de bate boca eu excluo dos meus links e nunca mais volto.Pode ser quem for e voltar no meu blogue.Eu NUNCA MAIS VOU AO BLOGUE .Que dirá na vida real.Essas mulheres dão mt mole para vagabundo.São transigentes, perdoam, são generosas , tem medo de ficar sozinhas e ficam com esses vagabas sem nem saber.Porta de cadeia só tem mulher.Nem meu irmão eu perdoo se bater na mulher dele.Ela pode até perdoar mas eu não.Vizinho, seja quem for.Eu risco.Radicalismo forever!!!
Eduardo Mendes disse…
Mulher tem é que apanhar mesmo. Dever-se-ía (olhe como estou arrogante na gramática) criar o dia internacional de dar porrada nas mulheres, para aprenderem a ser subimissas dos homens.

Brincadeirinha!

Abraçostuba!
Eduardo Mendes disse…
Quanto à maconha, tive muitos amigos em Floripa que usavam ou usaram por um longo tempo. Aqules que largaram admitem que houve uma redução considerável na sua capacidade de memória e raciocínio.

É claro que faz mal, apesar de também em casos específicos fazer bem.

Abraçostuba!
Eduardo Mendes disse…
Quanto à ditadura, espero que isso nunca mais se repita, apesar de ainda vivermos sempre alguma espécie de ditadura mascarada.

Este julgamento é simbólico. É sempre terrível imaginar uma democracia que deixou impunes os responsáveis pela última ditadura.
Isto no mínimo é conivência.

Abraçostuba!
Marconi Leal disse…
Os dados são assustadores. Este, juntamente com o da violência contra a criança, é dos crimes mais bárbaros que há. Parabéns pelo post. Beijos.
Querida Paola

Realmente os dados são assustadores


"A violência sobre as mulheres reveste-se de múltiplas formas durante conflitos armados. Desde as meninas soldado, que são violadas rotineiramente pelos seus próprios companheiros de armas, às mulheres e raparigas, civis, que são violadas, e assassinadas, como arma de guerra, até a escalada da violência na família à medida que as tropas regressam a casa - os conflitos armados estão a ter um impacto devastante e desesperante sobre as mulheres que vai muito para além da violência inerente à guerra."

Realçando, também, o problema global da violência doméstica e na comunidade, a Amnistia Internacional aponta o dedo a todos os estados do mundo que têm falhado na sua obrigação de protegerem as mulheres nos seus respectivos países.

"Atrás de portas fechadas e em segredo, as mulheres são sujeitas a violência por parte dos seus companheiros, estão demasiado envergonhadas e receosas para o denunciarem e quando o fazem, raras vezes são levadas a sério."

Até quando??? Penso que em determinadas zonas, (independentemente do país) este problema é visto como uma questão cultural - apenas!

Pode uma coisa destas!!!

Beijinhos com carinho
BoaSemana

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